“VN Barquinha – A primeira ponte sobre o Tejo – A obra de arte ‘Ponte da Praia do Ribatejo’, para a qual reclamamos atenções e cuidados”, por Fernando Freire

Fotografia do arquivo da Junta de Freguesia

Parafraseando a notável Rainha D. Maria II, em 1851, nas Cortes, contamos com o nosso Governo para “o aumento e facilidade das vias públicas, e dos meios de comunicação, é o que mais reclama as nossas atenções e cuidados” Por outro lado, “contamos com o patriotismo das Cortes, Câmara de Deputados (Parlamento) para habilitar o nosso Governo a fazer o seu dever, realizando as nossas esperanças.” 1

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“A ponte mandada construir por D. Pedro V, e cujo serviço se iniciou no dia 7 de novembro de 1862, quase um ano após a sua malograda morte, ocorrida a 11 de novembro de 1861, foi substituída em 1887. A nova, mais tarde transformada em ponte rodoviária, continua a sua missão de unir as duas margens do Tejo. Ao lado, assente sobre os mesmos pilares de granito, uma nova ponte ferroviária desafia o espaço que separa as duas margens.

O gelo deixou de descer da serra, a caminho de Constância e da Barquinha, e o sal de subir de Alcochete e Vila Franca a bordo de embarcações ribeirinhas com as sua velas ao vento.” 2

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“O aumento e facilidade das vias públicas, e dos meios de comunicação, é o que mais reclama atenções e cuidados. Com especialidade vos será apresentada uma Proposta de Lei para autorizar o Governo a empreender um caminho de ferro que nos ligue com o resto da Europa, aviventando o tráfico interior do Pais, e restituindo a Lisboa o empório central dos dois mundos, entre os quais está situada… conto com o patriotismo das cortes para habilitarem o meu governo a fazer o seu dever, realizando as esperanças da Pátria.” 1

Naquele tempo, como hoje em dia, as opções e direções da linha ou edificação da ponte, gerava acesa discussão política e autárquica.

“Constituindo-se agora a ponte próxima à foz do Zêzere, e fazendo-se, como se projeta, grandes aterros, internados pelo álveo do Tejo de ambas as margens; esses aterros (além dos muitos pegões da ponte, que não terão menos de 3 a 4 metros de extensão cada um), hão-de forçosamente represar por tal forma as águas nos aluviões, que a vila ficará submergida na maior parte, e os edifícios cairão necessariamente em ruínas; e não ficará ao menos uma esperança de indemnização futura para os possuidores, como parece justo que se assegure desde já por parte da empresa. E não será esse só o mal que resultará da obra. Outro de grande alcance sucederá imediatamente, qual é a dificuldade, a quase impossibilidade de comunicação fluvial desde Abrantes até à ponte, no tempo do inverno principalmente.

Os barcos que navegam no Tejo só podem vencer à vela a força da corrente quando o rio vai cheio; e será impossível navegar assim por baixo dos arcos da ponte; nem a altura destes o permite, nem tão pouco a força da violência das águas, estreitadas naquele ponto pelos aterros que se querem fazer. As consequências, srs. Deputados, serão de tamanho prejuízo para a povoação de que se trata, e para o comércio que, em grande escala, se faz desde Alvega para baixo, que a câmara municipal não duvida asseverar, que a obra do caminho-de-ferro será uma verdadeira calamidade para aqueles povos, que aliás olhavam para essa obra como um grande melhoramento para o seu bem-estar, e para os seus interesses em geral. Todos estes males teriam sido evitados se o plano, que parecia estar definitivamente aprovado, do engenheiro português Joaquim Nunes de Aguiar, tivera prevalecido. Mas já que assim não sucede, a câmara julga dever dirigir também as presentes ponderações aos representantes da nação, como já fez diretamente ao governo, esperando dos mesmos representantes que eles atenderam aos justos clamores dos suplicantes, nos termos que mais próprios lhes parecerem, para evitar os perigos e danos que receiam”.

Constância, em vereação de 14 de julho de 1860. O presidente, José de Sousa Falcão Júnior. O vice-presidente, José dos Santos Gouveia. O vereador fiscal, João da Fonseca Panasco. O vereador, Veríssimo Ferreira Anes de Oliveira. O vereador, Jacinto de Oliveira Falcão” 3

Constância – Fotografia de Fernando Freire

O tema vai a plenário das Cortes através do Deputado Bartholomeu dos Martyres. Responde o Sr. Ministro as Obras Públicas, Thiago Horta. O Deputado começa por recordar que foi da vila de Constância “donde saiu o primeiro protesto com braço armado contra o governo que de facto regeu com tamanha dureza tirania estes reinos de 1828 a 1834, como é de todos sabido (referia-se a Dom Miguel, absolutista, apoiado pelo clero e pela nobreza que saiu derrotado da guerra civil 1824-1834). Efetivamente estão ameaçados os seus interesses mais importantes, o seu comércio e a sua existência material.”

Na sua interpelação lembra, ainda, que “… os dois aterros juntos à resistência que os pegões dos arcos da ponte hão-de oferecer, farão refluir as águas   dos dois rios a ponto de produzirem por certo o resultado, que a câmara municipal e todos os habitantes de Constância receiam. Nesta povoação existe com efeito um grande susto e desgosto.”

Outrossim também, segundo o mesmo Deputado, a construção da ponte “…se são exatas as notícias que correm na localidade, é impossível que os arcos da ponte tenham a altura suficiente para que os barcos de vela, que armem à latina, e com os quais se faz ali a navegação o inverno, possam passar por baixo da mesma ponte…”

Na resposta o Ministro das Obras Públicas replicou “ … que em primeiro lugar, que o projeto da ponte ainda não está definitivamente concluído, mandou-se sobre ele ouvir o Conselho de Obras Públicas; mas desde já declara que os males que os representantes receiam, em consequência da ponte, já os tem sentido, porque basta dizer-se que quando há cheias, o Zêzere entra pela vila, e chega até a um segundo andar. Concorda em que a ponte possa influir de alguma maneira à localidade, mas há-de ser muito pequena cousa, porém ao que ela não faz mal nenhum é à navegação.” 4

Certo é que a obra avançou e após acesos debates parlamentares, os mesmos vêm a ser consensualizados pela opção do engenheiro belga Du Pré.

Iniciam-se as obras. Operários e engenheiros derrubam montes e aplainam vales, entre a Barquinha e Tancos. Não tarda, colocarão as primeiras estacas em Paio de Pele (Praia), em junho de 1861, daquela que virá a ser a ponte sobre o Tejo, por onde circulará a locomotiva a vapor.

 

Estação da Praia do Ribatejo – Fotografia do arquivo da Junta de Freguesia

O Diário de Lisboa, em 9 de outubro de 1861, noticia que “Na Barquinha e Constância preparam-se os barcos para Sua Majestade poder ver de mais perto as obras da ponte de caminhos de ferro sobre o Tejo e para que siga sua jornada pelo Tejo até à Cardiga” 5

A construção de grandes pontes metálicas em Portugal tem a sua génese com a obra da ponte ferroviária da Praia do Ribatejo. Será a primeira construída sobre o Tejo em Portugal e estaria concluída em novembro de 1862. Com um comprimento de 494 metros era, naquele tempo, uma obra colossal, uma das maiores e melhores em linhas de caminho de ferro de toda a Europa.

Estamos na época do designado fontismo, do Eng.º Fontes Pereira de Melo, da Escola Politécnica de Lisboa, que implementa a política das vias de comunicação com a construção de redes de estradas e linhas de caminho de ferro impulsionamento a transformação material de Portugal.

Caminhos de Ferro Portugueses. Linha de leste. Ponte sobre o Tejo, Ano de 1862. Autor, FILLON, Alfred (1825-1881). Lisboa. Copyright:© DGPC

O troço de linha entre Santarém e Abrantes viria a ser inaugurado em 7 de novembro de 1862. Conforme podemos ver pela imagem acima, a primeira ponte da Praia tinha uma estrutura de 16 vãos que assentava sobre pilares tubulares (cilindros) de ferro fundido. Bonito registo de 1862 onde podemos vislumbrar uma locomotiva a vapor bem como os vagões que compõem a respetiva composição!

Em 5 de Maio de 1863 foi a exploração da linha de Leste ampliada com o troço de Abrantes a Crato e em 29 de agosto, do mesmo ano, começou a exploração até Elvas.

Para ter a noção da duração temporal da viagem entre a cidade de Lisboa e a Barquinha (Entroncamento) era de 4 horas e 25 minutos. E a viagem Lisboa a Abrantes demorava 6 horas.

Horário – Diário de Lisboa, 19 de março de 1863, n.º 62, pag. 2

30 minutos. Eram os primeiros passos do caminho de ferro em Portugal e a troca da opção fluvial pela via ferroviária. A solução de infraestrutura sobre pilares tubulares (cilindros) começou a apresentar problemas de segurança às locomotivas pelo que, a solução então encontrada passou pela substituição integral da estrutura da 1.ª ponte de 1862.

A intervenção, na sequência de motivos de segurança na ponte, vem a acontecer em 1887, por Maison Eiffel.

Vejamos o que nos dizem as fontes: “No mesmo local foi, vinte e cinco anos mais tarde, em 1887, construída uma nova ponte … ; o número de vãos foi reduzido a 9 e os pilares construídos em cantaria. O 1.° vão é de 45m; do 2.° ao 8.° a abertura é de 2,50m, e o 9.º tem 14,56m.” 6

A ponte renovada apresenta agora um comprimento total de 497 m, repartidos por oito tramos contínuos e um tramo simplesmente apoiado do lado de Badajoz. As vigas principais têm uma altura de 6,0 m e um afastamento entre elas de 4,9 m. Com a construção desta ponte, foram aumentadas as distâncias entre os pilares, em relação à ponte anterior (1.ª), sendo estes construídos em alvenaria e abandonada a solução de pilares cilíndricos em ferro fundido. 7

CP, “As nossas pontes,” Boletim da C.P., nº 217 a 222, p. 121, 1947.

Da Praia do Ribatejo, no início no séc. XX, fica-nos a memória das velhas serrações de madeira de Manuel Vieira da Cruz e Filhos e Tomás da Cruz. Fábricas que tiveram grande importância no desenvolvimento do território. Os vapores das chaminés, os apitos das locomotivas e o chiar do ferro dos comboios, eram sinais de esperança, laboro e ganha-pão. Gente dos mais diversos ofícios, pululavam pelas suas ruas ao encontro de um trabalho que era parte da sua sobrevivência.

Por debaixo da ponte, ali mesmo ao seu lado, os toros de madeira deslizavam rio abaixo, ao encontro de uma estacaria que lhe travava a marcha e ali ficavam deitados no areal.

Criaturas arregaçadas de gravato em pulso, e os outros, com a sirga ou corda, arrancavam a madeira do areal para a serração. Os toros eram apartados pelo sinal que traziam no topo, depois de percorrer curvas e vales, desde as beiras, arrastados pelas águas do rio Zêzere até à Praia do Ribatejo.

Fotografia do arquivo da Junta de Freguesia de Praia do Ribatejo

Em 1979 a ponte da Praia foi desativada e os comboios passaram a circular na infraestrutura paralela mas em cima dos mesmos pilares.

Em 24 de Novembro de 1984, foi celebrado um protocolo entre o Ministério do Equipamento Social, os Caminhos de Ferro Portugueses, o Governador Civil de Santarém, a Câmara Municipal de Constância e da Barquinha, através do qual foi cedida a estrutura da Ponte Ferroviária da Praia aos dois municípios, para adaptação do seu tabuleiro ferroviário a tabuleiro rodoviário.

Mais uma vez as autarquias a substituírem-se à administração central suportando dos seus parcos orçamentos uma ligação entre 2 estradas nacionais, no caso a EN3 e a EN118.

A pedido das Câmaras e por motivos de aptidão técnica, em 1984, foi elaborado o “projeto de adaptação da ponte ferroviária da Praia do Ribatejo ao trânsito rodoviário, coordenado pela Junta Autónoma de Estradas.

Finalmente, em 1988, o tabuleiro norte da ponte ferroviária foi reconvertido para circulação rodoviária – tabuleiro em betão – cuja largura reduzida só permite a circulação numa via, sendo os sentidos alternados garantidos através de sinalização luminosa.

Ponte da Praia – Fotografia de Arlindo Homem

Em 3 de Dezembro de 2010, entre: a EP – Estradas de Portugal, S.A., a Rede Ferroviária Nacional – REFER, o Município de Constância e da Barquinha, foi celebrado um protocolo com o objeto de reabilitação e do reforço estrutural da Ponte da Praia. Neste protocolo ficou estipulado que a exploração, conservação e manutenção da Ponte, serão da responsabilidade exclusiva dos municípios de Constância e da Barquinha, a partir da data da receção provisória da empreitada.

Com a reabilitação e reforço estrutural do tabuleiro rodoviário na obra de arte definiu-se que o reforço das diagonais interiores das carlingas sobre os pilares seria essencial para garantir a segurança da estrutura para a ação do tráfego rodoviário ligeiro, veículos até 3,5 toneladas, em comboio.

Os autarcas de Constância e da Barquinha, face ao elevado número de circulação de veículos dia, bem como em consequência das atividades económicas, militares e ambientais realizadas nas duas margens vêm reivindicando a construção de uma nova ponte para a região.

Debalde até à presente data.

Todavia, já em 2014, o Secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, tinha constituído um Grupo de Trabalho para as denominadas “Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado”, com o objetivo de definir um conjunto prioritário de projetos e recomendações que, nos próximos 7 anos, até 2021, contribuam para potenciar a competitividade da economia nacional e do tecido empresarial.

Para os concelhos de Constância e Barquinha referia-se: “Setor Rodoviário – Priorização de projetos e investimentos. IV – Setor Rodoviário – Descrição – projeto ponte metálica da Praia do Ribatejo sobre o rio Tejo. A travessia do Tejo pelos veículos pesados na região do Médio Tejo deverá ser equacionada em conjunto com a melhoria das acessibilidades na zona da Chamusca – Ecoparque do Relvão -, que por sua vez estão associadas ao corredor do IC3 com uma nova ponte.

Tráfego estimado: 4.300 veículos / dia. Conclusão: após 2016 e antes fim QCA. Medidas de Otimização: a travessia do Tejo por veículos pesados na região do médio Tejo apresenta um potencial elevado de captação de tráfego no que concerne à movimentação de mercadorias, e um potencial moderado ao nível do transporte de passageiros. Ao nível do transporte de mercadorias, considera-se que este projeto potencia a melhoria de ligações consideradas insuficientes de veículos pesados às zonas industriais de Constância e da Barquinha e às instalações industriais.”

Este documento não propunha uma nova travessia sobre o Tejo, que ligasse a A23 à EN118, mas sim a reconversão da ponte da Praia com a abertura da ponte a pesados de mercadorias. Tal documento releva, sem qualquer dúvida, a importância estratégica da ponte da Praia do Ribatejo para o território, e para os concelhos da Barquinha, Constância, Abrantes e Chamusca, daí a sua priorização de projeto e investimento relevante no sector rodoviário.

Outrossim, em 2019, no Programa Nacional de Investimentos 2030 (PNI 2030) que tinha como objetivo o planeamento do próximo ciclo de investimentos estratégicos e estruturantes de âmbito nacional, para fazer face às necessidades e desafios da próxima década e décadas vindouras, o Programa de Construção de ‘Missing´Links’ assinala o investimento e integra o projeto de ligação do IC9 (EN118) à A23, na zona Abrantes – Constância a Ponte de Sôr, e ainda o IC13, que fará a ligação Ponte de Sôr a Alter Chão e Portalegre.

A ponte sobre o rio Tejo, que faz ligação entre Constância Sul e Praia do Ribatejo, em Vila Nova da Barquinha, esteve, novamente, encerrada ao trânsito este sábado, dia 23 de maio, para trabalhos de requalificação para “reforço dos pilares da ponte e adaptação dos aparelhos de apoio que assentam sobre os mesmos na travessia sobre o rio Tejo”, trabalhos que “impõem o encerramento do tabuleiro rodoviário, na referida ponte”, impedindo qualquer circulação.

Em conclusão, desde a última intervenção em 2011, todo o trânsito de camiões, autocarros e outras viaturas pesadas usa como alternativa a ponte da Chamusca ou a ponte de Abrantes o que torna o transporte muito mais oneroso. Na ponte só circulam veículos ligeiros até 3,5 toneladas, obrigando a longas filas, pois só existe uma via cujo controlo é feito por semáforos.

Num Edital de maio de 2020, distribuído em ambos os municípios e aos utilizadores, reitera-se a urgência da “construção de uma nova ponte sobre o rio Tejo que resolva da forma definitiva os constrangimentos que se fazem sentir nesta região” e que venha também dar resposta “às necessidades das empresas, das populações e das instituições militares”.

Esta será uma batalha pelo qual os autarcas, e as gentes de Abrantes, Constância e da Barquinha, continuarão a lutar em prol do desenvolvimento desta região e de todos nós.

Não basta cantar hossanas à coesão territorial, ao desenvolvimento regional, à valorização do interior, à redução das desigualdades territoriais, ao desenvolvimento equilibrado do território ou acolher as especificidades das áreas do país com baixa densidade populacional.

Queremos o nosso Governo a fazer o seu dever, realizando o projeto, a obra, e concretizar as nossas esperanças.

1  Diário da Câmara do Deputados, sessão extraordinária da 4.ª legislatura, depois da restauração da carta constitucional, volume I, 15 dezembro de 1851

2 Miranda, Emílio Gouveia. Os Autos da Barquinha – Gelo por sal, Edições Mahatma, janeiro de 2014

3 Diário de Lisboa, pág. 782, de 19 de Julho de 1860,

4 Diário de Lisboa, n.º 65, de 23 de julho de 1860

5 Diário de Lisboa, n.º 2, pág. 1, de 9 de outubro1861

6 Inauguração da linha entre Santarém e Abrantes, Boletim da C.P., nº 4, pág. 57, 1929

7 G. Eiffel, “Reconstruction du pont sur le Tage,” Arquivo Técnico da Infraestruturas de Portugal, Paris, 1886.

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1 COMENTÁRIO

  1. Excelente texto histórico. Agora quanto à Ponte Nova, os autarcas de uma lado e do outro do rio e de uma zona alargada, só devem pressionar o poder central para completar a parte do IP3, ou A13, como quiserem, que falta fazer entre Almeirim e a Atalaia (VNBarquinha), bocado este que também resolveria a insegurança que existe à saida de Almeirim e dentro das vilas de Alpiarça e da Chamusca pela passagem dos muitos camiões carrageados de matérias perigosas a caminho dos CIRVER na Carregueira. Acho que não vale a pena esperar-se que aconteça uma desgraça de grandces dimensões dentro de uma daquelas vilas para se fazer a obra.

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