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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Sertã | Câmara vai desmontar ponte de madeira na Carvalha “para evitar o pior” (c/áudio)

Por falta de condições de segurança, risco de colapso e poucas hipóteses de recuperação, a ponte de madeira entre as margens da ribeira da Sertã, junto à Alameda da Carvalha, vai ser desmontada.

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O anúncio foi feito pelo Presidente da Câmara na reunião do dia 26 de novembro e motivou uma exaustiva explicação para a decisão de desmontar um dos ex-líbris da vila.

Carlos Miranda revelou que “os técnicos estão extremamente preocupados” e que “os sinais de degradação são tão evidentes” que a única decisão que restava era mesmo retirar a ponte.

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O anterior Presidente de Câmara, José Farinha Nunes, chegou a anunciar a recuperação da ponte para o verão deste ano, depois de ter interditado a passagem na estrutura.

A atual gestão camarária, aconselhada por técnicos, concluiu que “não é viável reparar a ponte no local”. O problema, explicam, é que “o estado de degradação da ponte tem-se acentuado muito nos últimos tempos” e “neste momento a ponte constitui um perigo para as pessoas e para o património”, alertou Carlos Miranda, referindo-se também às possíveis consequências para a ponte Filipina que existe uns metros a jusante.

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ÁUDIO | Carlos Miranda, presidente da CM da Sertã

“Há uma preocupação enorme quanto às condições de segurança da ponte” e técnicos e autarcas dizem ter “receio fundado” de que possa acontecer algum problema no próximo inverno com o aumento do caudal da Ribeira.

“Para evitar o pior, e antes que chegue o inverno”, a Câmara vai contratar uma empresa especializada e com recurso a uma grua vai desmontar a estrutura numa operação que se prevê seja muito complexa, reconheceu o Presidente da Câmara.

Quanto à possibilidade de se instalar no local outra ponte, tal depende da disponibilidade financeira da Câmara, sendo certo que, se tal acontecer, terá de ser utilizado outro tipo de materiais que ofereçam mais garantias, adiantou Carlos Miranda ao mediotejo.net.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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