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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Prémios Guarda-Rios distinguem Movimento proTEJO pelas boas práticas

O Movimento proTEJO foi distinguido por boas práticas e o Ministério da Agricultura por más práticas na atribuição dos Prémios Guarda-Rios 2021, que destacam comportamentos com preocupações ecológicas na gestão dos rios e os que são ambientalmente danosos.

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O Movimento proTEJO, com sede em Vila Nova da Barquinha, foi escolhido como exemplo “pelo seu trabalho e ações na proteção da bacia hidrográfica do Tejo, nomeadamente as iniciativas no âmbito do combate à poluição, da promoção de caudais ecológicos contínuos e de uma melhor cooperação entre Portugal e Espanha na gestão transfronteiriça”.

A Fabrióleo – Fábrica De Óleos Vegetais, S.A. recebeu o Prémios Guarda-Rios de Luto por más práticas ambientais na ribeira da Boa Água e por não comparecer foi nomeado Arlindo Marques, ativista conhecido como “Guardião do Tejo”, para lhes fazer a entrega do Prémio.

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Arlindo Marques, o ativista conhecido como “Guardião do Tejo”, foi incumbido de fazer a entrega do Prémio Guarda-Rios de Luto por más práticas ambientais à empresa Fabrióleo. Foto: GEOTA

Na segunda edição dos prémios, atribuídos pelo Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA), “destacam-se o Ministério do Ambiente pelas más práticas e o Movimento ProTejo pelas boas práticas”, informou a organização não-governamental (ONG), em comunicado.

O porta-voz do proTEJO, Paulo Constantino, comentou a importância da distinção e o alento que a mesma confere para a continuação do trabalho. 

Prémios Guarda-Rios distinguem Movimento proTEJO pelas boas práticas. Foto: GEOTA

ÁUDIO | PAULO CONSTANTINO, PORTA-VOZ PROTEJO:

Na votação do público, que contou com 3.316 participações, foi premiado o Projeto da Lousada Guarda Rios, com 39,2% dos votos, por ações sustentáveis, e os Beneficiários do Mira, que contabilizou 28,8% dos votos, como o exemplo oposto.

Na nota divulgada, a ONG realçou que o intuito da iniciativa é distinguir “comportamentos que demonstram preocupações ecológicas na gestão dos rios e o envolvimento das comunidades numa perspetiva de sustentabilidade futura”, assim como chamar a atenção para “práticas danosas aos rios que urge serem alteradas”.

Estiveram presentes por parte do movimento proTEJO, o porta-voz Paulo Constantino, o “Guardião do Tejo”, Arlindo Marques e o membro do movimento Basta! em defesa da ribeira da Boa Água e do rio Almonda, Pedro Triguinho. Foto: GEOTA

O prémio de más práticas foi atribuído ao Ministério da Agricultura “como chamada de atenção para as consequências ambientais das suas políticas de promoção da expansão da agricultura intensiva e do regadio através de projetos de construção de novas barragens, como é o caso da barragem do Pisão, que causam a destruição dos ecossistemas ribeirinhos, impactando a biodiversidade e a qualidade da água”, refere a coordenadora do Projeto Rios Livres, do GEOTA, Catarina Miranda, citada no mesmo comunicado.

Na votação do público foi ainda atribuída uma menção honrosa ao Projeto Peixes Nativos e uma “menção desonrosa” à Agência Portuguesa do Ambiente.

“O aumento da participação do público, comparativamente à edição anterior, demonstra uma consciência ambiental crescente por parte da população portuguesa, que entende a urgência de proteger os rios portugueses e a sua biodiversidade”, acrescentou Catarina Miranda, do GEOTA.

Os prémios foram entregues na Gala Guarda-Rios, no Dia Mundial da Água, 01 de outubro, em Lisboa.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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