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Médio Tejo | PSD questiona Governo sobre obras previstas em estações ferroviárias

Na sequência de um comunicado das Infraestruturas de Portugal (IP), os deputados do PSD eleitos por Santarém apresentaram uma Pergunta Parlamentar no sentido de esclarecer o detalhe e a dimensão de um conjunto de obras de beneficiação que foram anunciadas para as Estações Ferroviárias da linha da Beira Baixa, em particular no distrito de Santarém, designadamente Vila Nova da Barquinha, Santa Margarida (Constância), Tramagal e Alferrarede (Abrantes) e Alvega-Ortiga (em Mação).

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Segundo a IP, os projetos têm como objetivo a melhoria das condições de mobilidade e acesso dos utilizadores e visam “a implementação das soluções técnicas mais adequadas, tendo em consideração a legislação em vigor, na melhoria das condições de acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida”.

O deputado Duarte Marques salienta que no caso particular de Alvega-Ortiga, o acesso, seja para pessoas com mobilidade reduzida, seja para idosos e menos idosos, “é perigoso, desadequado e impróprio de uma estação de comboios em pleno seculo XXI” pelo que importa esclarecer se “este tipo de problemas serão resolvidos”.

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Na missiva parlamentar, os deputados lembram que “atualmente, cada vez mais pessoas se deslocam para estes concelhos do interior ao encontro de melhores condições de vida, em particular cidadãos que desenvolveram toda a sua vida adulta no litoral e procuram a tranquilidade do interior para gozar a sua reforma”, tendo feito notar que “muitos destes cidadãos vêm-se impedidos de utilizar o transporte ferroviário visto o acesso à plataforma na Estação de Alvega/Ortiga ser bastante difícil e desadequado a pessoas com menor mobilidade.”

Nesse sentido, os deputados do PSD querem saber “para quando está previsto o início das obras de requalificação em cada uma das Estações acima identificadas”, qual o tipo de intervenção que está prevista em cada uma das Estações identificadas, e em particular para a Estação de Alvega-Ortiga no que diz respeito aos acessos à plataforma para pessoas com mobilidade mais reduzida”, e “qual o montante financeiro previsto para o investimento em cada uma destas cinco estações ferroviárias e para quando está previsto o término das respetivas intervenções”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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