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Sexta-feira, Janeiro 21, 2022
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Gavião | Morreu o presidente da União de Freguesias de Gavião e Atalaia

O presidente da União de Freguesias de Gavião e Atalaia, José Júlio Delgado Cabeça, morreu esta segunda-feira, 28 de maio. O município de Gavião decretou três dias de luto municipal.

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Natural de Atalaia, o autarca de 46 anos encontrava-se hospitalizado há dois meses devido a “doença do fígado” disse ao mediotejo.net o vice-presidente da Câmara Municipal de Gavião, António Severino.

Gavião, no distrito de Portalegre, “perdeu um dos seus, perdeu um Bom Homem, perdeu um Homem Grande, integro e dialogante, alegre e generoso e, principalmente, sempre disponível para todos”, lê-se num comunicado emitido pelo Município.

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Em vida “Zé Júlio foi um homem que sempre demonstrou o maior empenho na resolução dos problemas das suas freguesias (Atalaia e depois União das Freguesias de Gavião e Atalaia) e do seu concelho, e sempre manifestou uma sensibilidade e uma atenção especiais aos problemas dos seus concidadãos, como autarca e presidente de Junta de Freguesia, ou como deputado na Assembleia Municipal de Gavião”, refere o mesmo comunicado.

Pelo seu exemplo “de dedicação aos outros, à causa pública, pela invulgar cultura democrática e elevação pública, o Zé Júlio ficará sempre na memória de todos os gavionenses”, acrescenta.

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Por constituir “uma perda inegável” para o concelho o Município decretou três dias de luto municipal a cumprir a partir de hoje, 29 de maio, procedendo à colocação da bandeira do Município a meia haste nos edifícios municipais “como forma de expressão de pesar pela perda de um Homem Bom”.

O funeral realiza-se esta terça-feira, 29 de maio, às 19h00, em Gavião.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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