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Quinta-feira, Dezembro 9, 2021
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Dom Maranho da Sertã é duas estrelas no Great Taste Awards

Pela primeira vez em Portugal, o galardão Great Taste Awards – Melhor Sabor, distinguiu este ano com duas estrelas o DOM Maranho da Sertã. Um produto sertaginense de uma receita centenária e produzido pelos talhos Casel desde 1984. O prémio foi criado no Reino Unido em 1994.

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Em nota de imprensa, a DOM iguarias de origem portuguesa refere ter concorrido ao Great Taste Awards com a sua mais conhecida iguaria – o DOM Maranho da Sertã. O prato foi submetido a avaliação feita em 5 sessões de provas cegas, entre setembro e outubro, por um júri constituído por dezenas de especialistas em diversas áreas, desde cozinheiros, técnicos, investigadores, compradores, retalhistas, profissionais da restauração, críticos e jornalistas.

No documento que comprova o selo de duas estrelas no DOM Maranho da Sertã podem ler-se os comentários dos jurados: “produto muito agradável e que corresponde à descrição”, sendo salientado, ainda, que o Great Taste Awards é responsável, há 22 anos, pela “descoberta de produtos alimentares de qualidade excecional”.

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“Estou muito orgulhosa”, sublinha Telma Santos, responsável pela DOM iguarias de origem portuguesa, citada na mesma nota. “O DOM Maranho da Sertã tem tido cada vez mais aceitação e procura. O prémio chegou para nos dar mais certezas de que o vamos continuar a produzir como até agora: com qualidade”, acrescenta.

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Apesar de o Great Taste Awards ser o primeiro prémio de reconhecimento internacional para esta iguaria beirã, o DOM Maranho da Sertã já tinha arrecadado a Medalha de Ouro na categoria “Maranhos da Sertã” no 6º Concurso Nacional de Enchidos, Ensacados e Presuntos Tradicionais Portugueses 2015/16. É ainda de salientar que os produtos DOM têm o selo de qualidade Portugal Sou Eu.

O DOM Maranho da Sertã tem como ingredientes principais a carne de cabra, toucinho Monte da Lameira, presunto Casel, chouriço Casel, arroz e hortelã. Já está cozido e por isso basta aquecer em água a ferver, juntamente com a hortelã, durante aproximadamente 15 minutos.

O primeiro registo escrito desta iguaria data de 1858 e está na 6.ª edição do Diccionário de Língua Portuguesa, de António da Silva Morais. Na época a receita continha “arroz, pedaços de galinha e miúdos de carneiro condimentados com hortelã”.

Os ingredientes foram variando ao longo do tempo, mas o sucesso é transversal aos mais de duzentos anos de história e de reconhecimento.

Existem registos de que em 1913, em Cernache do Bonjardim, Abílio Marçal, ministro da I República, ofereceu um almoço ao então primeiro-ministro Afonso Costa. Qual era o prato principal desse almoço? Os tradicionais maranhos da região da Sertã.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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