Abrantes | Movimento ALTERNATIVAcom defende regresso do mercado diário ao edifício antigo

O movimento ALTERNATIVAcom defende o regresso do mercado diário de frescos “ao edifício histórico reabilitado, numa lógica de multiusos, onde caibam atividades que valorizem e sinergizem o Mercado, mas não garagens para carros (como anunciou o executivo)” fez saber o movimento independente em comunicado.

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Os independentes não têm dúvidas “de que este é o desejo da maioria dos cidadãos” no entanto “se não for esse o entendimento da atual maioria autárquica” desafiam a ter “a coragem política de auscultar a população com isenção e seriedade”.

Acrescenta o mesmo comunicado que o executivo de maioria PS, “confrontado com a pressão da opinião pública” abrantina, “parece ter aceitado não prosseguir com a deliberação de demolição do edifício histórico do Mercado, procedendo à sua requalificação”. Por isso consideram “uma oportunidade única para reinstalar o mercado diário no edifício que naturalmente lhe pertence e no qual os cidadãos, com justificado orgulho, se reveem. Esta é também, para nós, uma opção racional e óbvia, que só uma autoridade como o LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil poderia pôr em causa”.

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Dizem ser “por demais sabido que o mercado diário manifestamente não funciona no edifício inapropriado em que, de raiz, se investiu mais de um milhão e meio de euros”, Considerando “um clamoroso erro de decisão política” explicado “pelo autoritarismo e arrogância de um poder autárquico que teimosamente persiste nos mesmos equívocos, com custos elevadíssimos para o erário público e atrasos irrecuperáveis no nosso desenvolvimento”.

O movimento ALTERNATIVAcom considera que Abrantes “tem, não apenas condições, mas sobretudo a obrigação de oferecer aos seus habitantes e visitantes um mercado diário atrativo e pujante, ponto de encontro de gerações e fregueses de todo o concelho e, até, de outras partes do País e do mundo”.

Os membros que compõem o movimento acreditam “na viabilidade técnica e organizacional desta opção política” a firmam saber “como a levar à prática e fazer dela um exemplo de sucesso”.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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