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Domingo, Agosto 1, 2021

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Abrantes | ALTERNATIVAcom candidata Clara Almeida e Catarina Morgado a São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo

O ALTERNATIVAcom anunciou a candidatura de Maria Clara Lopes de Almeida (cabeça-de-lista) e de Ana Catarina Morgado à Assembleia da União de Freguesias de São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, em Abrantes, nas próximas eleições autárquicas.

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Em nota de imprensa, o movimento independente explica que “as duas candidatas trabalharão juntas pela valorização das duas freguesias, respeitando o sentimento e a idiossincrasia das respetivas comunidades”. Propõem-se, designadamente, “devolver a S. Miguel e ao Rossio a dinâmica que tem faltado, no sentido de acabar com o abandono e o declínio destes territórios, resolvendo os problemas que se acumulam e proporcionando a ambas as freguesias o desenvolvimento que lhes permita travar a dramática quebra populacional que se tem verificado”, dizem.

Segundo o movimento, as candidatas, “pela sua visão e pelo seu perfil, darão uma atenção especial aos problemas sociais de ambas as freguesias, nomeadamente no que se refere às carências sentidas pelos cidadãos que, pela sua idade ou fatalidade, se encontram em situação de especial vulnerabilidade e dependência”.

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Maria Clara Lopes de Almeida. Créditos: DR

Maria Clara Lopes de Almeida tem 50 anos e é natural de São Miguel do Rio Torto, onde reside. Exerce a profissão de professora do ensino básico e secundário, desde que se formou há 27 anos em Coimbra, na Faculdade de Letras (ramo educacional). Lecionou em vários concelhos da região Centro de Portugal, o que lhe proporcionou “uma visão alargada e uma experiência diversificada dos territórios, permitindo-lhe conhecer outras gentes e culturas, abraçando sempre a mudança como uma forma de viver”. Por isso, diz, “encara os novos desafios como mais uma forma de evolução e uma oportunidade de fazer mais e melhor, sobretudo pelos que a rodeiam”.

Na docência, a micaelense Clara Almeida afirma ter “o privilégio de poder tocar as vidas de inúmeras crianças, dando o seu melhor por elas”. Na escrita (prosa e poesia) e na fotografia, encontra uma forma de expressar o que pensa e sente pelas questões sociais e ambientais. Acredita que os cidadãos independentes “merecem ser escutados, não devendo haver medo de avançar e de se fazer ouvir, se se tiver a consciência de estar do lado certo da ética, da razão e da História”.

Ana Catarina Morgado. Créditos: DR

Ana Catarina Morgado tem 28 anos e é natural do Rossio ao Sul do Tejo, onde reside. É Educadora Social em contexto escolar, tendo passado por Vila de Rei, Entroncamento e Mação. Licenciou-se na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, do Instituto Politécnico de Leiria, tendo ingressado no mestrado em Educação e Proteção de Crianças e Jovens em Risco na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, do Instituto Politécnico de Portalegre. Fez voluntariado na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Abrantes, assim como em Santander (Espanha), enquanto guia de pessoas cegas.

A rossiense Catarina Morgado esteve, desde sempre, ligada ao associativismo local. Pertenceu ao Corpo Nacional de Escutas – Agrupamento 697 e faz parte do coro misto do Orfeão de Abrantes. Com o marido, desenvolve um projeto de agricultura biológica que muito a realiza. Recentemente, foi mãe pela primeira vez, encontrando “sempre tempo para as iniciativas e tarefas do movimento ALTERNATIVAcom, em prol de Abrantes e dos abrantinos. Encara com grande entusiasmo este desafio autárquico, esperando vir a merecer a confiança da maioria dos rossienses”, lê-se ainda na nota de imprensa.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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