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Quarta-feira, Junho 23, 2021

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Abrantes | ALTERNATIVAcom acena aos eleitores com promessa de baixar preço da água

Com as eleições autárquicas praticamente à porta, o movimento ALTERNATIVAcom promete reduzir a fatura do ambiente em Abrantes logo no primeiro ano de mandato na ordem dos 20%, sem aumentos até ao final do mesmo. Em comunicado enviado às redações, os independentes defendem ainda uma melhor gestão dos Serviços Municipalizados de Abrantes.

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Nesta matéria da fatura da água e ambiente, “como noutras, exige-se a todas as forças políticas clareza e compromisso”, a começar pelo próprio movimento independente. Assim, em comunicado, garante que “não fugimos à responsabilidade, nem nos refugiamos em generalidades. Por isso afirmamos que, se a governação do município vier a ser confiada ao movimento ALTERNATIVAcom, nos obrigamos perante os abrantinos a reduzir a fatura do ambiente logo no primeiro ano de mandato, não a aumentando até ao final do mesmo”.

Estima-se que essa redução seja, “para a maioria dos abrantinos, de 15 a 20%, segundo critérios que proporemos e sustentada numa melhor gestão dos SMA – estrutura que valorizamos e tencionamos reforçar –, na renegociação dos contratos de concessão e serviços, na avaliação comparativa da região e na aplicação do novo regime geral da gestão de resíduos (DL n.º 102-D/2020, de 10 de dezembro), o qual prevê a desindexação das respetivas tarifas ao consumo de água, no prazo de cinco anos”.

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O movimento ALTERNATIVAcom compromete-se também “a acabar com a absurda e insensata acumulação do cargo de presidente do Conselho de Administração dos SMA pelo presidente da Câmara Municipal, se necessário revendo o Modelo de Organização dos Serviços Municipalizados de Abrantes, aprovado em 2018 pelo atual presidente (Despacho n.º 6868)”.

No mesmo comunicado, lembra que no dia 15 de março “comunicámos aos abrantinos que, segundo um estudo da DECO, Abrantes é o município do Médio Tejo que, a seguir a Ourém (por enquanto), cobra os valores mais altos na fatura do ambiente, vulgarmente designada por ‘fatura da água’, mas incluindo também a recolha do lixo e o saneamento. Como se sabe, além do preço ser exorbitante, a tarifa do lixo está indexada ao consumo da água e o saneamento é cobrado também a quem não tem acesso a rede de esgotos, sendo estas situações injustas e merecedoras de correção, o que faremos quando nos for confiado esse mandato”, prometem.

Apesar “do seu rigor e clareza, o executivo municipal procurou descredibilizar o estudo da DECO afirmando que ‘não é um estudo muito aceitável’, ‘deixa muito a desejar’ e ‘confunde as pessoas’. Mais disse que ‘já manifestámos o nosso desagrado junto da DECO’, ‘espero que a DECO reveja este estudo’, ‘sabemos que a DECO já está a corrigir algumas situações às quais não esteve atenta’ e ‘a DECO está a corrigir alguns valores e gostava que outros não se aproveitassem de ‘fake news’ para fazer extrapolações desnecessárias'”, critica o movimento de independentes.

E afirma que “há mais de dois meses que os abrantinos esperam pela ‘correção’ da DECO, apesar de o município conhecer a resposta desta entidade há várias semanas, não a revelando aos cidadãos”.

Por isso, entende que “responsavelmente, deve ser o presidente da Câmara a divulgá-la, mas não deixaremos de o fazer se a mesma continuar a ser ocultada ou não for divulgada com exatidão. Na verdade, as alegadas ‘fake news’ são uma invenção e os abrantinos merecem mais respeito, sendo obrigação do município comportar-se com rigor, ética e transparência”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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1 COMENTÁRIO

  1. Obrigado Paula, porque não sou só eu a pensar que eles não têm qualquer rigor, ética e transparência. Está tudo dito

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