O Pombo-torcaz (Columba palumbus) é o maior dos nossos pombos. O tom cinzento da plumagem, incluindo a parte inferior das asas, e a sua grande dimensão permitem separá-lo dos pombos domésticos. As grandes manchas brancas nas asas e no pescoço, todas visíveis em voo, ajudam a confirmar a identificação desta espécie.

A visão de um bando de milhares de pombos, em voo para o seu dormitório, constitui um espectáculo impressionante que merece ser presenciado por qualquer observador de aves.

O pombo-torcaz está presente em Portugal durante todo o ano, mas é consideravelmente mais numeroso durante a estação fria, devido à chegada de numerosos indivíduos invernantes, oriundos de diversos países europeus. De uma forma geral pode ser considerado comum na época de nidificação (sendo contudo escasso no sul do país) e localmente abundante no Inverno.

CANTO DO POMBO-TORCAZ:

Fonte: Aves de Portugal.
Exemplar fotografado em Tramagal.

Nasceu a 30 de Janeiro de 1961 em Lisboa e cresceu no Alentejo, em Santiago do Cacém. Dali partiu em 1980 para ingressar no Exército e no Curso de Enfermagem. Foi colocado em Santa Margarida e por aqui fez carreira acabando por fixar-se no Tramagal em 2000. A sua primeira ligação à Vila "metalúrgica" surge em 1988 como Enfermeiro do TSU. Munido da sua primeira câmera digital, em 2009 e com a passagem à situação de reserva, começou a registar a fauna do Vale do Tejo, a natureza e o património edificado da região, as ruas, as pessoas... Com colaborações regulares em jornais da região e nacionais este autodidata acaba por conseguir o reconhecimento público, materializado em alguns prémios. Foi galardoado na 8ª Gala de Cultura e Desporto de Tramagal na categoria de Artes Plásticas (Fotografia) em 2013. Fez parte da equipa desportiva da Rádio Hertz que ganhou o prémio Artur Agostinho (CNID) em 2020.

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