Mação | Rede Nacional de Arte Pré-histórica nasce formalmente a 9 de outubro

Mação vai integrar a futura rede nacional de arte pré histórica. Foto: Museu do Côa

O Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo, de Mação, acolheu, no dia 24 de junho, os representantes de vários municípios e entidades numa reunião que consolidou a intenção de constituir a Rede Nacional de Arte Pré-histórica. Já a formalização do ato constitutivo, que integra o concelho de Mação, está agendada para o dia 9 de outubro (dia em que assinala o Dia Europeu da Arte Rupestre), no Museu do Côa, que será a sede desta Rede Nacional.

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Unindo municípios de todo o país em torno da arte rupestre ou pré-histórica presente nos seus territórios, esta rede pretende agir sobre a preservação, conservação, investigação e divulgação deste património.

Segundo informação do Museu do Côa, a Rede Nacional de Arte Pré-histórica será uma associação sem fins lucrativos, que terá como objetivos a) Promover, valorizar e capacitar os recursos patrimoniais e humanos das entidades integradas na Rede; b) Potenciar o impacto e a missão dos sítios detentores de arte pré-histórica; c) Instituir mecanismos de partilha de recursos físicos e humanos; d) Criar canais de comunicação apropriados ao desenvolvimento de projetos colaborativos; e) Promover a cooperação com redes internacionais congéneres; f) Promover a expansão e diversificação dos recursos das entidades gestoras dos sítios com arte pré-histórica e a sustentabilidade financeira dos respetivos projetos de valorização; g) Promover os trabalhos de inventariação de sítios nos territórios da Rede, bem como a respetiva classificação e/ou inclusão nos PDMs e outros cadastros; h) Promover a monitorização e a adoção de medidas de conservação dos sítios localizados nos territórios da Rede; i) Promover a inclusão nos currículos escolares de matérias sobre a arte pré-histórica; j) Promover a criação de programas de visitas, de âmbito local e regional; k) Promover e apoiar projetos de investigação que se debrucem sobre a arte pré-histórica; l) Promover a inclusão social, o aumento do conhecimento, a autoestima e o sentido de pertença das comunidades dos territórios da Rede.

Foto: Museu do Côa

O projeto cuja mentoria é da responsabilidade da Fundação Côa Parque, conta ainda com a parceria de várias autarquias, caso de Mação, Alijó, Alandroal, Arcos de Valdevez, Arganil, Arronches, Figueira de Castelo Rodrigo, Fundão, Macedo de Cavaleiros, Meda, Mirandela, Torre de Moncorvo, Montemor-o-Novo, Oliveira de Frades, Pinhel, Ponte da Barca, Reguengos de Monsaraz, Torre de Moncorvo, Valença do Minho, Vila Nova de Foz Côa e Vila Velha de Ródão.

Também a Direção Regional de Cultura do Alentejo, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e Instituto Politécnico de Tomar integram a constituição desta Rede Nacional.

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A Rede Nacional de Arte Pré-histórica é composta pelas instituições admitidas em Assembleia Geral, e as instituições que a integram dispõem de dois anos, a partir da data da sua adesão, para se adaptarem ao cumprimento do definido no regulamento que vier a ser adotado, avança a mesma informação.

A formalização do ato constitutivo está agendada para 9 de Outubro, Dia Europeu da Arte Rupestre, no Museu do Côa, que será a sede da Rede.

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