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Segunda-feira, Agosto 2, 2021

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Voz aos Autarcas – Fernando Freire – Vila Nova da Barquinha

Em primeiro lugar quero felicitar o projeto mediotejo.net pela ambição de “fazer bom jornalismo de proximidade, dirigido aos mais de 250 mil habitantes dos 13 municípios da região, e aos muitos milhares espalhados pelo país e pelo mundo”. Sabemos que uma imprensa livre faz viver e assegura a democracia. Viver em liberdade inclui existir uma imprensa independente e plural. Desejamos uma imprensa regional acordada com o dever de investigar e atuar em busca da verdade dos fundamentos legítimos perante a sociedade para a realização da justiça, em respeito pelos direitos humanos e pela dignidade humana. Uma imprensa regional que exerça uma função social primordial e insubstituível, a de comunicar, formar, ouvir e deixar exercer, em tempo, o contraditório.

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Pelo que tenho visto, quero dar-vos os meus sinceros parabéns.

Todos sabemos que 2015 foi um ano árduo. Um ano de crise profunda com os portugueses a assistir a uma penetrante regressão na sua vida coletiva e nos seus direitos sociais.

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Mas é preciso acreditar e ter confiança no futuro.

Vila Nova da Barquinha vai continuar a investir, em 2016, nas pessoas, na educação, na economia, na cultura, na ciência e no reforço da coesão social.

Valorizar as pessoas é apostar na Educação. Proporcionar a todos oportunidades de qualificação e da formação. A estratégia de valorização das pessoas implica apostar na qualificação dos mais jovens, fazendo-o desde o ensino básico, com a aposta na ciência, de que é exemplo o Centro de Integrado de Educação em Ciências, a funcionar na Escola Ciência Viva, até ao apoio do projeto “Empreendorismo na Escola” no ensino básico e no secundário, este ano com cerca de 150 alunos inscritos.

Valorizar as pessoas é valorizar a Economia, o trabalho e promover o emprego, numa estratégia articulada de que é exemplo o projeto “Barquinha 2020” que visa o desenvolvimento de atividades de apoio ao fomento económico e de revitalização do tecido existente, de forma a potenciar economicamente o concelho de forma sustentável. Por isso vamos isentar as empresas de derrama.

Valorizar as pessoas é encurtar o “aumento brutal de impostos”. O Município vai aplicar a taxa de 0,32 do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e ajustar a redução máxima para famílias com dependentes, bem como devolver aos munícipes parte da receita do Imposto sobre o IRS cobrado pelo Estado (0,5%).

Valorizar o turismo é dar como exemplo a recente apresentação pública do manual “Carta Nacional do Turismo Militar” em que o Município foi parceiro. Estamos cientes que a matéria “turismo militar” (com o Corpo Expedicionário Português protagonista do “Milagre de Tancos” e da “Cidade de Paulona”, com a arma de Engenharia, com a Força Aérea (Base Aérea n.º 3) e com as Tropas Paraquedistas que em 2016 completam 60 anos no nosso concelho) é questão estratégica para Vila Nova da Barquinha, que detém 3 unidades militares, para a região e para Portugal.

Outrossim, estamos a investir no turismo no Castelo de Almourol. Feitas as obras de conservação e musealização, vamos avançar para o arranjo paisagístico da ilha e apostar nos percursos ribeirinhos com a ligação ao Parque de Escultura Contemporânea Almourol.

Não podemos olvidar o apoio às iniciativas culturais, na criação artística, no apoio à terceira idade, de que são exemplo as Escolas de Música, o Grupo Coral, o Grupo Folclórico, a Banda de Música e as Tunas, os ateliers de formação lecionados por técnicos credenciados e docentes IPT no Centro de Estudos de Arte Contemporânea e a manutenção de residências turísticas, a dinâmica das coletividades e das Associações no teatro, na música e no desporto (danças de salão, futebol, BTT, natação, canoagem, etc.), ou a Universidade Sénior – Formação Ocupacional de Seniores – já presente em todas as freguesias do concelho com cerca de 160 alunos.

Investimos e vamos acreditar no reforço da coesão social agora com 2 polos da Loja Social, para diminuir as desigualdades e garantir apoio solidário a quem mais necessita.

Feitos os investimentos em turismo e espaço rural, com a quadruplicação do alojamento no nosso concelho, começamos a assistir à recuperação de imóveis no centro histórico da vila. Estão feitas as delimitações de Áreas de Reabilitação Urbana (ARU´s), fundamentalmente, para possibilitar aos munícipes os incentivos fiscais a ela associados. Está aprovado o Regulamento de Reabilitação Urbana que inclui a constituição de uma bolsa de reabilitação on-line à qual podem aderir os proprietários de imóveis, os projetistas, os construtores e os fornecedores de materiais de construção, com condições mais generosas de prestações de serviços. Está criada a Loja da Reabilitação Urbana que se destina a prestar apoio técnico, e processual, a candidaturas a programas europeus de fundos comunitários. Em síntese, a regeneração urbana, nos próximos anos, vai ter um papel fundamental como motor de desenvolvimento do município.

Este é o tempo da família e da festa de final de ano.

Este é o tempo da solidariedade, de sentir e de vivificar.

Sejamos solidários nas nossas obras e ações nestes tempos tão desiguais.

Próspero Ano Novo!

 

Fernando Freire, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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