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Quinta-feira, Julho 29, 2021

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Trincanela

VN Barquinha: Yoga que ajuda mente, corpo e a Pipoca (Beatriz Morgado)

O rio Tejo, relva verde e energia positiva. Há sensação melhor? Sim, se acrescentarmos o contributo para uma causa nobre. Esta é a proposta dos organizadores da iniciativa “Playoga para pais e filhos” que se realiza no Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha este domingo, dia 4 de setembro, com o objetivo de angariar donativos para ajudar nos tratamentos da Pipoca (Beatriz Morgado).

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O yoga junta-se à solidariedade este domingo no Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha durante a iniciativa “Playoga para pais e filhos”. As aulas começam às 10h30, primeiro para as famílias com Diana Flor e às 11h30 para adultos (corpo e mente) com Fátima Passos.

A participação em ambos os momentos é gratuita, ficando ao critério de cada pessoa o valor do donativo com que pretende ajudar Beatriz Morgado, a menina prematura com paralisia cerebral e uma doença rara ainda não diagnosticada que lhe limitam a capacidade motora.

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A criança de quatro anos conhecida por “Pipoca” tem sido acompanhado no hospital Beatriz Ângelo, em Loures, e realiza tratamentos de fisioterapia intensiva na clínica privada Kinésio – Clínica Médica e de Reabilitação, Lda., em Espinho. A sua rotina inclui ainda a fisioterapia no hospital da Santa Casa da Misericórdia, no Entroncamento, e aulas de hidroterapia.

Tratamentos com custos insustentáveis para a família geraram uma onda de solidariedade materializada no movimento “Todos Juntos pela Pipoca – Beatriz Morgado”.

A iniciativa deste domingo é uma das muitas iniciativas realizadas dentro e fora do concelho para angariação de donativos, entre as quais se encontra o concerto solidário do cantor Toy no pavilhão desportivo municipal de Vila Nova da Barquinha no passado mês de março.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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