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Terça-feira, Outubro 19, 2021

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VN Barquinha | Simulacro de sismo no Agrupamento de Escolas (c/fotos)

A Escola D. Maria II e a Escola Ciência Viva, em Vila Nova da Barquinha, foram palco de um simulacro de sismo no dia 12, atividade que quebrou a rotina dos cerca de 800 alunos, professores e funcionários.

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O objetivo era testar o sistema de evacuação da escola e avaliar se o pessoal docente e não docente estava totalmente identificado sobre as medidas de autoproteção.

Ao chegarem à escola os bombeiros confirmaram que estava definido um delegado de segurança e havia equipas formadas, conforme mandam as normas de segurança. Nessa altura já se tinha procedido à evacuação a 100 por cento do edifício novo. Foi simulada uma fuga de gás mas com resposta pronta, através da aplicação de cortes, por parte dos professores e funcionários.

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As atenções dos bombeiros centraram-se no bloco C, ainda da construção antiga, porque era lá que estavam vários alunos enclausurados numa sala no r/c.

“Procedemos a toda a movimentação com as equipas de resgate. Metade dos alunos saíram pelo seu próprio pé, houve três vítimas, uma delas simulava ser autista, com comportamentos diferentes, que foi devidamente acompanhado, outro com suspeita de fratura de coluna estava debaixo de uns armários que entretanto caíram, e ainda outro que estava apenas em pânico”, explica o comandante dos Bombeiros de VN Barquinha.

“Foram todos resgatados e acompanhados pelas equipas pré-hospitalares”, acrescenta Jorge Gama.

No final os bombeiros percorreram todas as instalações da escola para confirmar se não havia mais pessoas no seu interior.

Da corporação de VN Barquinha estiveram no teatro das operações 17 elementos apoiados por cinco viaturas. Os Serviços Municipais de Proteção Civil fizeram-se representar pela vereadora Marina Honório. Esteve também presente o comandante da GNR de VN Barquinha e uma patrulha, a controlar o trânsito.

A iniciativa do Agrupamento de Escolas de Vila Nova da Barquinha contou com a parceria dos Bombeiros Voluntários, Câmara Municipal e GNR.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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