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Sábado, Junho 19, 2021

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VN Barquinha | Sabores e saberes do ‘Mês do Sável e da Lampreia’ em regime take away (c/áudio)

Está aí a 27.ª edição da mostra gastronómica em que o Sável e a Lampreia são os reis à mesa no concelho de Vila Nova da Barquinha. Desde 13 de fevereiro e até ao próximo dia 21 de março, os apreciadores destas iguarias ribeirinhas podem deliciar-se com os pratos confecionados nos quatro restaurantes aderentes à iniciativa, mas em casa, uma vez que este ano, consequência do atual contexto pandémico, o festival funciona através de encomenda prévia e em regime take away.

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É 27.ª edição consecutiva de um evento que já faz parte da história do concelho ribeirinho de Vila Nova da Barquinha. Durante um mês, o Sável e a Lampreia prometem tomar conta das ementas de quatro restaurantes do concelho que vão dar a provar as diversas combinações feitas com estas duas iguarias que nesta época do ano “sobem as águas do Tejo, dando origem a sabores únicos, confecionados de acordo com receitas centenárias”, conforme refere a autarquia barquinhense em comunicado.

Com o propósito de “difundir a cozinha típica e tradicional de um concelho banhado por três rios – Tejo, Zêzere e Nabão – e cuja história está intimamente ligada à atividade piscatória”, o Município refere que este festival de gastronomia vai decorrer “apesar do estado de emergência em vigor” mas com alguns ajustes. Quer isto dizer que todos aqueles que queiram degustar pratos como o arroz de lampreia, o sável frito com açorda de ovas ou outras tantas sugestões vão poder fazê-lo no conforto de sua casa.

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Ao mediotejo.net, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha refere que o take away foi a alternativa encontrada para manter uma tradição que decorre já há vinte e sete anos consecutivos. “É muito bom que não deixemos morrer esta tradição, mesmo no tempo de pandemia damos um sinal de apoio a estas instituições que também são instituições de cultura gastronómica”, diz.

Relembrando que esta era uma altura do ano em que “vinham muitos grupos, alguns até de comboio, saborear estes pratos típicos da nossa região”, apreciadores que chegavam a fazer “trezentos e quatrocentos quilómetros para vir comer um prato de lampreia”, Fernando Freire sublinha que este festival representa também “uma mais valia para as finanças da restauração”.

Este ano a situação é “mais complicada”, diz, referindo que “a restauração, não tenho a mínima dúvida, é aquela que está a sofrer um impacto monumental na nossa região”. Por isso mesmo, a autarquia decidiu realizar este ano o 27.º mês do Sável e da Lampreia, no sentido de “dar um sinal de apoio” a estes estabelecimentos.

Áudio | Presidente da Câmara Municipal de VN Barquinha, Fernando Freire, em declarações ao mediotejo.net sobre o 27.º Mês do Sável e da Lampreia:

Este ano com quatro restaurantes aderentes à iniciativa, os amantes destas iguarias ribeirinhas podem encomendar a refeição via telefónica, sendo a mesma fornecida depois em regime de take away.

Na freguesia de Vila Nova da Barquinha aderiram o restaurante “O Trindade”, com os pratos de arroz de lampreia e lampreia à bordalesa (916 306 351) e o restaurante “A Tasquinha da Adélia”, com as especialidades de lampreia de cabidela e lampreia assada no forno com batata (249 711 792). Já na freguesia de Atalaia, o restaurante “STOP” oferece um prato de sável frito com açorda de ovas (249 710 691). Por sua vez, o restaurante “Almourol”, em Tancos, tem por encomenda lampreia com arroz de cabidela, lampreia com batatinhas em forno de lenha e arroz de cogumelos com lampreia (259 720 100).

O “Mês do Sável e da Lampreia”, além de evento gastronómico, atrai também anualmente “milhares de visitantes a um território onde se pode visitar o Castelo de Almourol, o Centro de Interpretação Templário ou o Parque de Escultura Contemporânea, entre outras atrações”. Este ano, devido ao atual contexto pandémico da Covid-19, as visitas a estas atrações não podem acontecer, uma vez que os equipamentos estão atualmente encerrados ao público.

(Notícia atualizada a 15 de fevereiro de 2021: aos três restaurantes inicialmente aderentes à iniciativa junta-se o restaurante “Almourol”)

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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