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Domingo, Julho 25, 2021

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VN Barquinha | Ribatejo esteve em debate no Centro Cultural

O Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha foi o ponto de encontro da Cultura Popular do Ribatejo este sábado, dia 24. Um dia dedicado aos valores e costumes da região promovido pelo Fórum Ribatejo que juntou entidades e oradores de várias áreas e incluiu o lançamento de um livro.

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O I Encontro de Cultura Popular do Ribatejo teve início pela manhã com a intervenção de António Matias Coelho, coordenador do Fórum Ribatejo, que defendeu a necessidade de “não deixar que o Ribatejo continue a ser maltratado como tem sido nos últimos anos” e de “intervir junto dos poderes públicos”, conjugada com um trabalho focado na “matriz da região”.

António Matias Coelho, Fernando Freire e Aurélio Lopes na Sessão de Abertura. Foto: mediotejo.net

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O presidente da Câmara Municipal da Barquinha, Fernando Freire, e o antropólogo Aurélio Lopes estiveram ao lado do historiador de Constância durante a Sessão de Abertura do fórum que reuniu especialistas e interessados na identidade ribatejana em três painéis de discussão. O primeiro foi moderado por António Matias Coelho e teve como oradores a associação Palha de Abrantes, José do Carmo Francisco, Dionísio Simão Mendes Daniel Café.

O debate seguiu-se depois destes terem abordado os temas “Património Imaterial da Região de Abrantes”, “O trabalho e as relações de género na cultura ribatejana”, O trabalho e as festas no mundo rural: Coruche em meados do século XX” e “Os curtumes e a influência no desenvolvimento local”, respetivamente. O período da manhã terminou com a apresentação do livro “O Povo que Ainda Canta”, de Tiago Pereira, editado pela Tradisom.

O programa incluiu o lançamento do livro “O Povo que Ainda Canta”. Foto: mediotejo.net

Manuela Marque moderou o primeiro painel da tarde composto por Ludgero Mendes, António Matias Coelho e Aurélio Lopes. Os três deram o mote para o debate com as apresentações sobre “A festa brava no imaginário ribatejano”, “Os Avieiros do Tejo: Memórias da Chamusca e Vivências de Constância” e “A conceção do mal e o sentido popular da cura”, respetivamente.

Os últimos oradores do dia foram António Pedro Manique, que falou sobre “O Congresso Ribatejano de 1923 e a definição da Região. Demarcação geográfica e caraterísticas socioculturais do Ribatejo o início do século XX”, Humberto Nelson Ferrão centrou a sua intervenção na “Reconstituição e novas formas de folcorização regional com consequências na identidade do Ribatejo”, António Luís Roldão explorou o tema “A música e o teatro em Vila Nova da Barquinha” e Ana da Silva, Catarina Faria e José Manuel Soares debruçaram-se sobre “Artesãs e artesãos: arte, ofício e identidade(s) cultural”.

Obras literárias sobre temas ribatejanos na entrada do auditório. Foto: mediotejo.net

O evento terminou com um jantar e a atuação do Grupo de Cantares “Barquinha Saudosa” intercalados pela Sessão de Encerramento.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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