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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022
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VN Barquinha | PS quer comboio ‘Raiano’ a parar naquela estação ferroviária

O PS questionou o ministro do Planeamento e das Infraestruturas sobre a ligação ferroviária entre o Entroncamento e Badajoz e sobre os critérios que motivaram a decisão do comboio não parar na Estação Ferroviária de Barquinha.

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Na pergunta, assinada pelos deputados eleitos pelo distrito de Santarém, é referido como “muito positivo” a abertura em agosto de uma ligação ferroviária diária na Linha do Leste, entre o Entroncamento e a cidade espanhola de Badajoz, tendo os subscritores, no entanto, afirmado terem recebido da parte dos autarcas e da população de Vila Nova da Barquinha “a preocupação, relativa a uma eventual paragem na estação ferroviária situada na sede do concelho”, pretensão que defendem como “justificável”.

Tendo feito notar que o concelho de Vila Nova da Barquinha “apresenta uma importância militar e turística inegável, além de, só na sede de concelho, local que a estação serve, ter cerca de 3200 pessoas, os deputados perguntaram “que critérios motivaram a decisão de não parar na Estação Ferroviária de Barquinha” e se “está a ser estudada a eventual paragem”.

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Desde o dia 29 de agosto que a CP – Comboios de Portugal, disponibiliza uma nova ligação ferroviária, na linha do Leste, entre as cidades do Entroncamento, na linha do Norte e Badajoz, em Espanha. Trata-se do comboio Raiano, que realiza duas ligações diárias (uma por sentido).

O Raiano parte do Entroncamento às 10h12 e tem chegada a Badajoz às 13h16 (14h16 na hora espanhola). No regresso, sai de Badajoz às 15h24 (16h24 na hora espanhola) e chega ao Entroncamento às 18h25.

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Em comunicado, a CP lembra que já em 2015, foram criadas duas ligações ferroviárias semanais entre o Entroncamento e Portalegre, que se mantinham até hoje. São agora substituídas por estas novas ligações a Badajoz, “ampliando e fomentando a abrangência e coesão territoriais e a oferta disponível nesta região”, argumenta a CP.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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