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Sexta-feira, Dezembro 3, 2021
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VN Barquinha | Projeto do bioparque em fase de estudo de impacte ambiental

O presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha, Fernando Freire (PS), disse ao mediotejo.net que o Projeto Empresarial Bark — Biopark Barquinha, bioparque que se prevê construir até meados de 2021 junto ao parque empresarial, está em fase de execução do estudo de impacte ambiental.

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O processo já se encontra na Comissão de Coordenação Regional de Lisboa e Vale do Tejo, sendo que esta fase tem uma duração aproximada de nove meses.

“Até ao momento não há qualquer impedimento, não há qualquer travão ao projeto”, tranquiliza o autarca, tendo revelado que técnicos do ICNF –  Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, estiveram no terreno a semana passada para avaliar o impacto do projeto na área florestal.

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Fernando Freire acredita que o impacte ambiental será pouco significativo até porque a movimentação de terras será residual e o objetivo é aproveitar as árvores que existem no terreno. Poderá haver necessidade de abater algumas árvores nas zonas de construção, mas o objetivo é tentar preservar ao máximo o espaço.

Desde que foi apresentado na Assembleia Municipal de 15 de fevereiro, o BARK – Bioparque da Barquinha já foi classificado por aquele órgão como de Interesse Municipal, ao mesmo tempo que foi aprovada a suspensão parcial do Plano Diretor Municipal (PDM) em vigor desde 1994, de modo a possibilitar a instalação do mega-projeto cujo investimento ronda os 70 milhões de euros.

As 260 espécies animais iniciais serão distribuídas por 43 hectares de terreno, dividido em quatro habitats representando quatro diferentes regiões mundiais: arquipélago indonésio, pantanal, Peneda-Gerês e savana africana.

O BARK – Bioparque da Barquinha nascerá a norte do centro empresarial de Vila Nova da Barquinha, na zona fronteiriça com o concelho de Tomar. João Paulo Rodrigues, o investidor de 22 anos, destaca a localização do empreendimento, entre a A23 (com ligação a Espanha) e a A13, com a A1 a 15 minutos de distância, a estação ferroviária do Entroncamento a 5 minutos e a 15 minutos do Convento de Cristo, em Tomar.

Além das acessibilidades e da centralidade estratégica, destacou ainda a envolvente florestal, considerando ser “o melhor local” onde o parque poderia implantar-se.

“Este será o primeiro bioparque do país, o segundo da Europa e o quinto do mundo a estar aberto durante a noite”, anunciou João Paulo Rodrigues que, aos 22 anos, é licenciado em biologia e está a frequentar a licenciatura em veterinária em Londres.

Conceito diferente de um jardim zoológico, “um bioparque segue o conceito de imersão, onde se tenta recriar ao máximo o habitat natural dos animais, fazendo imergir o visitante nesse habitat e privilegiando ao máximo o bem-estar animal”, explica o investidor.

O objetivo é “educar e sensibilizar os visitantes, e a população local, para encarar e viver com a natureza numa simbiose que esperamos perfeita”, disse João Paulo Rodrigues na altura da apresentação do projeto.

Está prevista a criação de 150 postos de trabalho diretos e aponta-se o dia 25 de março de 2021 como data de abertura.

O projeto contempla um hotel de quatro estrelas com 130 quartos, um restaurante com 300 lugares sentados, um anfiteatro com mil lugares, estacionamento para 397 lugares (390 ligeiros e sete autocarros), um centro pedagógico e uma clínica veterinária. A expectativa do promotor é a de receber 450 mil visitantes no primeiro ano

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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