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VN Barquinha procura solução pública ou privada para intervir no aeródromo de Tancos (C/ÁUDIO)

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, reafirmou que “não há disponibilidade de dinheiros públicos para uma intervenção em Tancos”. A informação foi divulgada pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, Fernando Freire, em sessão de Assembleia Municipal, após uma reunião com o representante do Governo no mês de dezembro.

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Todavia, disse Fernando Freire (PS), o responsável do Governo foi alertado para a possibilidade de um investimento privado no aeródromo de Tancos (antiga base aérea N.º3), situação que não gerou “qualquer objeção política para que esta pretensão não avance” por parte do ministro que, inclusive, solicitou “um dossier formal com a pretensão da nossa região”, esclareceu o presidente do Município de Vila Nova da Barquinha.

Referindo-se à questão de Tancos como um assunto não só de Vila Nova da Barquinha mas “da região”, o presidente da autarquia barquinhense diz que já foi pedida uma reunião com o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, no sentido de abordar uma solução, privada ou pública.

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Áudio: Fernando Freire, presidente da CM VN Barquinha, explica pormenores sobre reunião com o Governo em sessão de Assembleia Municipal

Recorde-se que a possibilidade de converter o aeródromo militar de Tancos num aeroporto regional tem vindo a ser debatida a nível da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, tendo a mesma adjudicado em maio de 2020 um estudo de viabilidade dessa conversão.

Foi em janeiro de 2020 que os 13 autarcas da região do Médio Tejo defenderam em conjunto as “mais-valias únicas” da criação de um aeroporto regional em Tancos, tendo Anabela Freitas, presidente da CIM do Médio Tejo, anunciado nessa altura o referido estudo preliminar para o aproveitamento do Aeródromo de Tancos para aviação civil.

A partir daí iniciaram-se uma série de debates públicos sobre o tema que foram interrompidos devido à pandemia.

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Ana Rita Cristóvão
Quando era pequena, passava os dias no campo a fazer de conta que apresentava o telejornal. Rumou à capital para se formar em Jornalismo e foi aí que se apaixonou pela rádio. Gosta de abraços e passa horas a ouvir as histórias dos mais antigos. É fã de chocolate, caminhadas sem destino e praias fluviais.

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