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VN Barquinha | Processo de remoção do fibrocimento das escolas evolui “a bom ritmo”

O Município de Vila Nova da Barquinha está a substituir as coberturas de fibrocimento com amianto dos estabelecimentos escolares do concelho, numa intervenção que está a decorrer “a bom ritmo” durante o atual período de interrupção das aulas presenciais determinado pelo estado de emergência em vigor, consequência da pandemia. A empreitada tem um valor total de 242 mil euros e os trabalhos devem durar, previsivelmente, 120 dias.

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A autarquia barquinhense dá conta de que “continuam a bom ritmo” os trabalhos de remoção das coberturas em chapas de fibrocimento com amianto dos estabelecimentos escolares do concelho, “aproveitando a ausência de alunos no espaço escolar”, resultante do ensino à distância.

Com uma duração prevista de 120 dias, as intervenções estão a ser realizadas durante “ o período de interrupção letiva, na sequência do confinamento geral determinado pelo Estado de Emergência em vigor, e no período de fim de semana quando haja a presença de alunos nas escolas”, explana o Município.

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Recorde-se que a Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha aprovou os projetos e a abertura de concursos para remoção de fibrocimento nos estabelecimentos escolares do concelho em setembro do ano passado, tendo a obra, da responsabilidade do Município, sido consignada a 19 de outubro de 2020 por concurso público à empresa Obrimofer – Construções, Lda, pelo valor de 242 mil euros. As intervenções serão financiadas, expõe a autarquia, pelo Programa Operacional Regional – Portugal 2020.

Substituição das coberturas de fibrocimento com amianto dos estabelecimentos escolares do concelho de Vila Nova da Barquinha. Imagem: CM VNB

Em causa está a substituição das coberturas do Bloco C da Escola D. Maria II (Vila Nova da Barquinha), do Jardim de Infância de Atalaia (incluindo edifício da caldeira e garagem/arrumos) e da Escola EB1 e Jardim de Infância de Praia do Ribatejo, por “chapas de aço com isolamento térmico, tipo sandwich”.

“Todas as obras são acompanhadas e supervisionadas pela Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT)”, elucida ainda a autarquia em comunicado.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou à capital com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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