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Terça-feira, Maio 11, 2021

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VN Barquinha | Orçamento de 2017 aprovado sem votos favoráveis da oposição

O Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2017 da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha apenas obtiveram os votos favoráveis dos deputados socialistas da Assembleia Municipal, tendo a oposição decidido votar contra ou abster-se. O investimento votado na sessão desta sexta-feira, dia 16, situa-se nos 13 milhões de euros e abrange projetos nas áreas da educação, turismo, saneamento, empreendedorismo, regeneração urbana, cultura, eficiência energética e mobilidade.

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O Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2017 apresentado pelo executivo na última sessão da Assembleia Municipal, esta sexta-feira, foi aprovado por maioria com os votos favoráveis dos deputados municipais socialistas. O documento que prevê um investimento na ordem dos 13 milhões de euros suscitou dúvidas na oposição tendo recebido os votos contra dos três elementos do PSD e a abstenção das restantes forças políticas (duas da CDU e uma do CDS-PP).

A falta de unanimidade foi justificada pelos sociais-democratas pela “falta de rigor” e a bancada comunista referiu que os valores apresentados “nem sempre estão de acordo com a realidade”. Ambos os partidos não deixaram de referir a sua concordância relativamente aos projetos que abrangem as áreas da educação, turismo, saneamento, empreendedorismo, regeneração urbana, cultura, eficiência energética e mobilidade.

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O investimento municipal de 13.130.816,00€ para os 12 meses de 2017 representa um aumento de 38% face ao período homólogo de 2016 e está relacionado com o recente desbloqueamento dos fundos comunitários ligados aos Pactos para o Desenvolvimento e Coesão Territorial, Planos de Ação para a Regeneração Urbana e Investimentos Territoriais Integrados, entre outros.

As intervenções ao nível da educação incluem a adaptação da antiga escola EB1 de Vila Nova da Barquinha em Jardim-de-infância, a parceria de formação com o Instituto Politécnico de Tomar e a continuidade do projeto Centro Integrado de Educação em Ciências com a Universidade de Aveiro.

A criação de Percursos Ribeirinhos, da Rota do Tejo e do Centro de Interpretação Templário fazem parte da aposta no turismo, a par dos arranjos paisagísticos e acessos da ilha do Castelo de Almourol, e a recuperação do Cais de D’El rei, em Tancos. Ao nível da arte, o município investe em mais um ano de trabalho conjunto com a Fundação EDP.

A construção da Rede em Baixa das Madeiras – Praia do Ribatejo é outra empreitada indicada no documento aprovado esta sexta-feira, a par da criação de um Centro de Apoio à Atividade Empresarial e do Ninho de Empresas. A regeneração urbana abrange a antiga cantina escolar no Largo de Santo António, cujas obras arrancaram esta semana, a Praça da República, o loteamento da Rua da Misericórdia e o Largo José da Cruz.

As restantes intervenções estão ligadas à eficiência energética com a substituição da iluminação pública nas piscinas municipais, numa parceria com a Agência Médio Tejo 21, e à mobilidade com a criação de uma rede de ciclovias.

A discussão deste ponto da Ordem de Trabalhos ficou marcada pela intervenção do deputado municipal Eduardo Oliveira, do PSD, ao referir que a ata disponibilizada no site da autarquia, relativa à sessão do dia 18 de dezembro de 2015 – na qual foram votados os mesmos documentos para o ano de 2016 – não continha informação sobre a sua aprovação.

Depois de confirmada a situação, Rui Picciochi, presidente da Assembleia Municipal, referiu tratar-se de um possível “lapso do funcionário”. A sessão foi interrompida por instantes e retomada com a proposta, aprovada por unanimidade, de se retificar a ata e incluir os dados relativos à sua aprovação por maioria com 13 votos a favor e seis abstenções.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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