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Sexta-feira, Setembro 24, 2021

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VN Barquinha | Museu Hermético Português é inaugurado este sábado

Este sábado, dia 30 de novembro, é inaugurado em Vila Nova da Barquinha o Museu Hermético Português, um espaço de arquivo e biblioteca que vai expor artefactos ligados ao sagrado, ao simbolismo da parte interna das religiões, e promover eventos em torno do património imaterial da Poruguesia. A iniciativa é da Associação Saudade, fundada e presidida pelo investigador Manuel J. Gandra, e abre oficialmente este espaço em pleno dia de aniversário da morte de Fernando Pessoa, ilustre hermetista luso.

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“Vamos abrir o primeiro Museu Hermético em Portugal e no Mundo este sábado, em Vila Nova da Barquinha, às 14:00, e o dia de hoje não é por acaso. É que hoje assinala-se o dia da morte de Fernando Pessoa, que foi um astrólogo ilustre e chegou a abrir um consultório em Lisboa, facto que pouca gente conhece”, disse ao mediotejo.net o fundador do Museu, dando conta que o mesmo vai estar aberto ao público entre as 14.00 e as 20:00, este sábado e domingo, funcionando até ao final do ano 2019 com receção de visitas aos fins de semana.

Em 2020 o Museu Hermético Português, instalado na Rua Dr Barral Filipe, nº 12, terá um horário alargado, e que será oportunamente divulgado.

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“O Futuro de Portugal que não calculo mas sei…”
Palavras de Fernando Pessoa, que se assume de uma forma velada como o Terceiro Aviso contido no seu livro profético “Mensagem”. Aviso desse futuro anunciador de um novo Ciclo da História do Mundo – O Quinto Império ou o Império do espírito Santo – que terá como base impulsionadora um Portugal Renovado.

A SAUDADE – Associação de Salvaguarda do Património Imaterial da Portuguesia, tem por objeto e finalidades a promoção, desenvolvimento e apoio a iniciativas de natureza cultural, artística, educativa e científica para a salvaguarda do património imaterial da Portuguesia. sendo o termo Portuguesia apontado pela associação como um “neologismo que reporta a um estado identitário da Alma, exclusivo dos que pensam e se exprimem cosmologicamente em Português”.

“Não constituindo qualquer forma de ideário patriótico e chauvinista, supõe um “nacionalismo” anímico fundado no sentimento utópico e visionário da saudade, que o mesmo é dizer do Quinto-Império”. Aos associados, após a candidatura validada e cumpridas todas as formalidades estatutárias, é-lhes garantido o acesso automático e gratuito a várias séries de monografias e de documentos (fontes e estudos) de circulação estritamente interna.

Manuel J. Gandra, fundador do Museu Hermético Português. Foto: DR

Manuel J. Gandra nasceu em Lisboa a 27 de outubro de 1953 e tem dedicado a sua vida à investigação histórica designadamente sobre os Templários, sendo Curador da Biblioteca-Arquivo do Centro de Interpretação de Almourol e do Centro de Interpretação de Almourol .

Licenciado em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa (1979), Manuel J. Gandra é investigador especialista em diversas áreas do conhecimento, tais como: História e Geografia Míticas de Portugal, Filosofia Hermética, Iconologia da Arte Portuguesa, Emblemática e Cultura e História Mafrenses.

Lecionou nos Ensinos Preparatório e Secundário, bem como na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Foi Coordenador dos Serviços de Cultura da Câmara Municipal de Mafra (entre 1989 e 2003), Diretor do Centro de Documentação e Informação de História Local do Concelho de Mafra (entre 2006 e 2010) e Diretor Científico da Biblioteca António Quadros – IADE-U (entre 2000 e 2016).

Foi Comissário de diversas exposições e mostras, designadamente, da Exposição Mafra – do Regicídio ao 5 de Outubro, destinada ao Palácio Nacional de Mafra e integrada nas Comemorações oficiais do Centenário da Implantação da República (2010).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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