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Sábado, Maio 8, 2021

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VN Barquinha | Município adia Feira do Tejo para 2022 devido à pandemia

Pelo segundo ano consecutivo, a Feira do Tejo, o principal evento anual do concelho de Vila Nova da Barquinha, não vai acontecer devido à pandemia de Covid-19. A decisão foi tomada em reunião de Câmara, com o executivo camarário a mostrar-se unânime relativamente à falta de condições, no âmbito do contexto pandémico, para celebrar a cultura, o artesanato e a gastronomia em ambiente de convívio à beira rio.

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“Não existem circunstâncias que permitam realizar a Feira do Tejo este ano, pelo que propomos o adiamento para o ano de 2022”, disse o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, Fernando Freire, na reunião do executivo camarário, a 14 de abril. Aos jornalistas, o autarca reforçou que não existem “condições humanas nem sociais” para fazer festa este ano, a par do que já aconteceu no ano passado, sob pena de estar “a colocar em crise a saúde humana”.

A proposta de não realizar a Feira do Tejo 2021 e de adiar a sua realização para 2022 foi apresentada após a análise de vários fatores, nomeadamente perante a questão dos “atos administrativos de contratação pública, perante alguns trâmites” e também perante os dados da autoridade de saúde, com o autarca a referir a questão da vacinação, em que “não está garantida a imunidade de grupo antes do final do verão do 2021”.

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Áudio | Presidente da CM VNB, Fernando Freire, fala aos jornalistas sobre cancelamento da Feira do Tejo

Aprovada por unanimidade dos vereadores da Câmara Municipal a não realização daquele que é o principal evento anual do concelho, onde a gastronomia, o artesanato, a música e tantas outras exposições artísticas se cruzam na zona ribeirinha, a vereadora com o pelouro da Cultura, Marina Honório, explanou que não faz sentido criar “qualquer adaptação só para dizer que fizemos a feira”.

“A Feira do Tejo tem as suas características (…) e como nós a conhecemos, temos de ser realistas, neste momento é impossível realizar”, disse.

Posição também mostrada pelo vereador Manuel Mourato que referiu a impossibilidade de executar a festa nos seus moldes tradicionais. “Qualquer feira que se realizasse iria ser uma pseudo feira, além de ser complicado controlar as pessoas”, admitiu. Afirmações às quais o vice-presidente da autarquia barquinhense, Rui Constantino, acrescentou o facto de não existir “clima para fazer uma festa onde o interessante acabam por ser as relações interpessoais que se criam nas tasquinhas, nos concertos”.

Com a festa adiada, passam também para 2022 os contratos com os artistas que já vinham de 2020, com a execução dos respetivos atos administrativos que a lei determina. No entanto, a promessa da autarquia é a de não deixar passar em branco a data de 13 de junho, dia de Santo António e feriado municipal, com a elaboração de um programa a ser anunciado oportunamente e cujas atividades dependerão da evolução do contexto pandémico.

Organizada anualmente pelo Município de Vila Nova da Barquinha, a Feira do Tejo envolve também diversas forças vivas do concelho, entre associações, coletividades e empresas, que, através da dinamização de tasquinhas e diversas atividades, enchem de vida e animação a zona ribeirinha da vila.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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