Domingo, Fevereiro 28, 2021
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VN Barquinha | Jornadas de História Local sobre “Payo de Pelle” junta investigadores

Integrada nas Comemorações dos 500 anos do Foral de D. Manuel I outorgado a Payo de Pelle, a Freguesia de Praia do Ribatejo vai realizar este sábado, dia 26 de outubro, pelas 15h30, as Jornadas de História Local, no edifício sede da Freguesia.

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Segundo a organização, a iniciativa pretende, à imagem das já atividades desenvolvidas este ano, “revalorizar a História da Praia do Ribatejo (que já teve outros nomes), mas também, das envolventes, dos territórios confinantes, pois foram essas sinergias que fizeram deste vasto território tão singular, mas ao mesmo tempo, tão peculiar”.

O tema central das jornadas é a história de Payo de Pelle, “sendo que as intervenções dos oradores serão sobre situações particulares deste grande tema central, ou sobre temáticas que estejam intrinsecamente ligadas à História de Payo de Pele”, explicam os promotores.

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Na sessão de abertura intervêm Maria Antónia Coelho, professora de História do Agrupamento de Escolas de Vila Nova da Barquinha, que conduzirá os trabalhos, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, Fernando Freire e o presidente da Freguesia de Praia do Ribatejo, Benjamim Reis.

Seguem-se as intervenções de Rita Inácio e Nuno Ferreira sobre “Payo de Pelle e Punhete em 1519 – um território separado e unido por um Rio”, Coronel Luís Albuquerque (Diretor do Museu Militar de Lisboa) sobre “Templários e Fortificação“, Carlos Guardado da Silva (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) sobre “O Foral novo do Concelho de Pay de Pelle da Ordem de Cristo (1519)” e, por fim, Sara Cura (Museu de Arte Pré Histórica de Mação) aborda o tema “Payo de Pele na pré história antiga”.

Antes do encerramento dos trabalhos abre-se o debate sobre o tema.

A iniciativa é gratuita e não carece de inscrição prévia, sendo que os participantes interessantes poderão requerer o seu certificado de participação.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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