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Domingo, Julho 25, 2021

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VN Barquinha inaugura exposição sobre Guerra e Paz

A exposição “100 anos da Grande Guerra e a Luta pela Paz” foi inaugurada esta quinta-feira, dia 28, na Galeria de Santo António. A iniciativa resulta de uma parceria entre o Conselho Português para a Paz e Cooperação e três municípios com o objetivo dar a conhecer a participação portuguesa neste conflito bélico e os seus efeitos na História do país.

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A exposição alusiva ao centenário da Primeira Grande Guerra foi projetada e elaborada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação em conjunto com os municípios de Constância, Vila Nova da Barquinha e Loures devido à ligação destes com o CEP – Corpo Expedicionário Português, a primeira força militar enviada por Portugal para a frente de batalha. Dez painéis contextualizam historicamente a preparação e mobilização dos soldados, a guerra nas trincheiras, os efeitos do conflito e a sua justificação.

expo barquinha_01 No Médio Tejo destaca-se a associação de Vila Nova da Barquinha ao chamado “Milagre de Tancos”, que envolveu o treino de cerca de 20.000 soldados no Campo Militar de Tancos, entre abril e julho de 2016, e ao nome de António Gonçalves Curado, natural do concelho, que foi o primeiro português morto em França. No concelho de Constância foi simbolizado o êxito da preparação militar com a realização da grande Parada de Montalvo de 22 de julho de 1916, na qual estiveram presentes os mais altos representantes da nação.

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Ambos os municípios estiveram representados na inauguração pelos respetivos presidentes de câmara, Fernando Freire e Júlia Amorim, ao lado de Ilda Figueiredo, presidente da Direção do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e Carlos Vicente, responsável pela coordenação da exposição em Vila Nova da Barquinha.

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Em declarações ao mediotejo.net, Fernando Freire descreveu a iniciativa como o “primeiro ato do centenário do Corpo Expedicionário Português” que a autarquia pretende “perpetuar com vários eventos”, sem esquecer o soldado barquinhense morto na frente de batalha e que se encontra sepultado no concelho, no Monumento aos Mortos da Grande Guerra.

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Quando questionado sobre o papel desta exposição alusiva à paz num município com forte ligação ao conflito bélico de 1914-1918, o presidente da autarquia salientou que o contrassenso é aparente pois, apesar da faceta beligerante dos países, “a paz e a defesa dos povos é intrínseca ao seu pulsar”. Para Fernando Freire, se a atuação militar for controlada e “sem o intuito de conquistar outros territórios”, nomeadamente através das missões de paz, defende-se a pátria e reconstroem-se países.

A exposição pode ser visitada até ao dia 20 março de terça a sexta feira (11h00-13h00 / 15h00-19h00) e aos sábados (15h00-20h00). A entrada é livre.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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