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Terça-feira, Outubro 19, 2021

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VN Barquinha | “Exaltação das Ordens” evoca herança templária de Payo de Pelle

Por iniciativa da Junta de Freguesia de Praia do Ribatejo, vai decorrer no sábado, dia 12 de outubro, a partir das 18:18, a recriação histórica da ‘Exaltação das Ordens’, evento que vai ter lugar na Rua Castelo do Zézere, em Praia do Ribatejo.

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O evento está integrado nas comemorações dos 500 anos do Foral de D. Manuel I outorgado à localidade e pretende “não só revalorizar a história de Payo de Pelle, essencialmente, a sua herança templária, mas também homenagear a Ordem do Templo e sua metamorfose em Ordem de Cristo”.

Por outro lado, “promete dar uma nova vida e interesse ao berço de Payo de Pelle, ao verdadeiro local onde esta vila nasceu, se desenvolveu e, por fim, de forma misteriosa, desapareceu”, explica a organização em nota de imprensa.

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Na atividade participam cerca de três dezenas de figurantes voluntários, os quais, de uma forma simbólica, procedem à cerimónia da Exaltação das Ordens e vestidos em conformidade. Assim, ao longo da Rua Castelo do Zêzere (Estrada do Cemitério), os interessados ou curiosos destes eventos de cariz histórico de evocação da nossa memória, podem assistir e participar na atividade, que se vai desenrolar, à imagem de cortejo, ao longo de toda a Rua, culminando no Largo do Cemitério onde será o encerramento do evento, numa alusão ao caráter divino que evoca.

O Foral de Payo de Pelle foi outorgado em 22 de dezembro de 1519 por D. Manuel I, numa altura em que a zona era território da Ordem de Cristo. Mas até 1312, a atual Praia do Ribatejo pertenceu a uma das mais poderosas Comendas da Ordem da Ordem do Templo. E é neste contexto que o mestre da Ordem, D. Gualdim Pais fez a outorga do primeiro Foral da Vila, em 1174.

“É por este motivo, num circuito cronológico que estas atividades também têm intrínseco, que se desenvolve a presente atividade, pois a mesma é testemunho dessa mudança administrativa, mas sobretudo, da salvaguarda da própria Ordem Militar”, explica a organização.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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