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Domingo, Setembro 19, 2021

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VN Barquinha | Estudo de Impacte Ambiental do projeto BARK em fase de consulta pública

Está disponível para consulta pública até terça-feira, dia 2 de fevereiro, o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do BARK- Biopark Barquinha, o projeto de turismo de natureza projetado para o concelho de Vila Nova da Barquinha que representa um investimento de 70 milhões de euros e que pretende criar 150 postos de trabalho diretos. Findo este período de consulta pública, durante o qual os cidadãos podem deixar sugestões e reclamações, o projeto será entregue para avaliação da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR LVT), para emissão da declaração de impacte ambiental.

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Uma declaração de impacte ambiental favorável é essencial para o avanço do projeto, uma vez que só com a emissão desse parecer positivo será possível conceder posteriormente o licenciamento do projeto.

Com os projetos aprovados por parte da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, falta a avaliação da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, mas antes disso o projeto do BARK está atualmente a passar por consulta pública ao nível do Estudo de Impacte Ambiental. Nesse sentido, até 2 de fevereiro, qualquer cidadão que queira intervir com opiniões, sugestões ou reclamações pode fazê-lo diretamente, por escrito, para a CCDR LVT, ou através do portal Participa.

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O Estudo de Impacte Ambiental do BARK está disponível para consulta na CCDR, na Agência Portuguesa do Ambiente, bem como na Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha e na Junta de Freguesia de Atalaia, e ainda via internet, através do portal Participa (AQUI).

Recorde-se que o projeto do BARK – Biopark Barquinha foi apresentado a 15 de fevereiro de 2019 em Assembleia Municipal pelo promotor João Paulo Rodrigues, tendo já sido reconhecido pelo mesmo órgão como de Interesse Municipal, ao mesmo tempo que foi aprovada a suspensão parcial do Plano Diretor Municipal (PDM) em vigor desde 1994, de modo a possibilitar a instalação deste projeto cujo investimento ronda os 70 milhões de euros.

Imagem ilustrativa. Foto: DR

Com abertura prevista inicialmente para março de 2021, a pandemia veio obrigar ao adiamento da mesma, não havendo para já nova data. No entanto, numa publicação em dezembro passado nas redes sociais do projeto é dado conta de que os trabalhos continuam.

“Estamos em trabalhos, lentos, mas em trabalhos”, pode ler-se. Para o primeiro ano de funcionamento, o BARK prevê-se atingir os 450 mil visitantes.

Pensado como parque temático da vida animal, bem como centro de conservação, reprodução e reintrodução no habitat natural de espécies em vias de extinção, o BARK assume-se também como centro de conhecimento, pretendendo juntar a investigação científica com o desenvolvimento de programas ambientais e, segundo o empresário João Paulo Rodrigues, natural de Abrantes, “será o primeiro no país, segundo na Europa e quinto no mundo aberto à noite”.

Além do bioparque, o projeto conta ainda com vários equipamentos de apoio ao visitante como um hotel de quatro estrelas com 130 quartos, um restaurante com 300 lugares sentados, um centro pedagógico e 397 lugares de estacionamento.

O BARK – Bioparque da Barquinha nascerá a norte do centro empresarial de Vila Nova da Barquinha, na zona fronteiriça com o concelho de Tomar. O promotor João Paulo Rodrigues destacou na altura da apresentação do projeto a localização do empreendimento, entre a A23 (com ligação a Espanha) e a A13, com a A1 a 15 minutos de distância, a estação ferroviária do Entroncamento a 5 minutos e a 15 minutos do Convento de Cristo, em Tomar.

Localização do BARK – Biopark Barquinha. DR

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, Fernando Freire, admitiu em entrevista ao mediotejo.net em novembro passado que um investimento desta envergadura trará “uma nova dinâmica não só à Barquinha, como à região.

“Dotaria o território de um investimento com uma valoração atrativa de fluxos muito significativa para um território de baixa densidade. Criaria um grande número de postos de trabalho qualificados (cerca de 200) e, por outro, certamente, dinamizaria a economia regional”, disse.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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1 COMENTÁRIO

  1. O que este empresário valoriza são os eixos viários que servem esta zona. Então porque o governo(desgoverno) não pensa aqui construir um mega hospital que serviria toda esta zona centro do país? Porquê de tantos hospitais medianos aqui em volta (Abrantes, Tomar, T.Novas, Santarém e outros) com valências nuns polos e valências noutros, obrigando as pessoas a deslocarem-se em viatura própria de hospital para hospital para serem atendidos das suas mazelas? Não é o que querem fazer em Lisboa? Fazer 1 novo e encerrar 5? Isto é matemática, porque, sem matemática, não há desenvolvimento, nem progresso.

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