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Sexta-feira, Julho 30, 2021

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VN Barquinha | Espaço empresarial CAIS está concluído, que venham as empresas (c/AUDIO)

Inicialmente designado por Ninho de Empresas, o CAIS – Espaço Empresarial de Vila Nova da Barquinha está concluído. Resultou de um investimento de cerca de 524 mil euros por parte do Município, sendo um dos projetos incluídos no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Vila Nova da Barquinha (PARU), implementado com cofinanciamento do Programa Operacional Regional do Centro, no âmbito do Portugal 2020.

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As obras agora concluídas resultaram da reabilitação de dois edifícios já existentes em avançado estado de degradação, em pleno centro histórico da vila, no Largo José da Cruz, junto aos Serviços Municipais, da Loja do Cidadão, da Conservatórias de Registo Civil e Predial, e Arquivo Municipal.

Com capacidade para albergar cerca de uma dezena de empresas, o novo edifício dispõe de gabinetes de trabalho e espaços de coworking, bem como áreas para os respetivos serviços de apoio, como salas de reunião, de formação e de refeição, serviços administrativos e loja.

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Nesta altura está a decorrer o período de candidaturas a esta incubadora dedicada a todos os empreendedores locais e de âmbito nacional e internacional.

O regulamento disponível no site da autarquia – www.cm-vnbarquinha.pt -, determina a tipologia de candidatos e o processo de apresentação de candidatura, elucida sobre os direitos e deveres das entidades e convenciona as condições gerais de funcionamento, de acesso e de utilização da infraestrutura do CAIS. No mesmo site pode consultar a tabela de preços e é disponibilizado o formulário de candidatura.

Segundo a autarquia barquinhense “o Cais tem como objetivo criar as condições favoráveis para o crescimento da iniciativa privada no nosso território, com o apoio ao empreendedorismo jovem e contribuição para o reforço do autoemprego, designadamente de jovens licenciados e incentivando a criação de microempresas”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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