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Sábado, Maio 8, 2021

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VN Barquinha | Empresa na área do cannabis medicinal adquire últimos lotes do Centro de Negócios (c/áudio)

Uma empresa instalada no Ninho de Empresas (CAIS), em Vila Nova da Barquinha, dedicada à área do cannabis medicinal, decidiu dar o salto para a Zona Industrial com a aquisição de três lotes. Os três últimos que se encontravam disponíveis, refere ao mediotejo.net o presidente da Câmara Municipal, Fernando Freire (PS), que admitiu não esperar, em tempo de pandemia, ver o Centro de Negócios completamente lotado.

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A proposta de qualificação de projeto de Interesse Municipal para a empresa Folium Propium, Lda veio a reunião de Câmara, ao abrigo do regulamento “Barquinha Mais Investimento”, e recebeu a unanimidade do executivo camarário, faltando agora o carimbo da Assembleia Municipal. Trata-se de uma empresa já existente e com sede em Vila Nova da Barquinha, no espaço empresarial CAIS, e que pretende dar o passo em frente.

ÁUDIO: FERNANDO FREIRE, PRESIDENTE CM VN BARQUINHA:

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“É uma empresa que está criada já no Ninho de Empresas, que se dedica à área do cannabis medicinal e que quer dar o salto para a zona industrial”, explicou o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha em reunião do executivo camarário. O projeto da empresa Folium Propium destina-se ao cultivo, importação e exportação de cannabis para fins medicinais e prevê a criação de 14 postos de trabalho.

Com esta empresa, totalizam-se em três os negócios na área de cannabis na zona industrial do concelho, localizada na freguesia de Atalaia: o do Grupo Mandara (com três lotes adquiridos), o do Grupo 1896 (com sede em Benavente mas que comprou cinco lotes no concelho e com o qual já há contrato-promessa) e o do Folium Proprium. Três empresas que totalizam “muito perto de 200 postos de trabalho” no concelho, explanou Freire.

E se em março deste ano o autarca admitia ao mediotejo.net que o Centro de Negócios estava a ficar preenchido e que uma futura expansão era um assunto a “começar a pensar seriamente”, um mês depois, a zona industrial está “completamente vendida”, disse.

“Em tempo de pandemia, se me falassem nisso há um ano eu não acreditava”, acrescentou o autarca, congratulando-se com a dinâmica económica no concelho que lidera.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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