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Quinta-feira, Janeiro 27, 2022
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VN Barquinha | Eduardo Rodrigues reeleito presidente da Federação Portuguesa de Paraquedismo

O auditório do Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha acolheu este sábado, dia 27 de junho, a Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Paraquedismo que reconduziu Eduardo Manuel Rodrigues para um novo mandato de quatro anos à frente da instituição que organizou em 2019, e pela primeira vez em Portugal, o ‘Handi Fly International Challenge’ o Campeonato do Mundo de Paraquedismo para pessoas com deficiências motoras.

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Depois de 16 anos na qualidade de técnico nacional e de um primeiro mandato de quatro anos como presidente da direção da Federação Portuguesa de Paraquedismo, Eduardo Rodrigues foi hoje reconduzido com 99.9% dos votos pelos 21 delegados das associações com direito a participar no sufrágio, encabeçando uma lista única para o mandato 2020-2024. Em Vila Nova da Barquinha marcaram presença 90% das associações filiadas.

A Federação organiza regularmente vários campeonatos Nacionais e Taças de Portugal nas modalidades de VF4 (Voo de Formação a 4) PA, (Precisão de Aterragem) FF (Freefly) e VQL (Velocidade em Queda Livre) de Norte a Sul de Portugal, sendo que em 2019 organizou o Campeonato do Mundo de Deficientes, uma prova inédita no país e que decorreu em Évora.

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Em declarações ao mediotejo.net, Eduardo Rodrigues lembrou um percurso na Federação de Paraquedismo de 16 anos, enquanto diretor técnico, e a eleição em 2016 para presidente da Federação, por unanimidade e aclamação. “Os quatro anos de trabalho junto de entidades de tutela, como IPDJ, Comités Olímpicos, Confederações e com os nossos associados foi considerado de excelência pela Assembleia e concorri em lista única obtendo 99.9% dos votos com a presença de 90% dos filiados”, destacou o dirigente desportivo, relativamente ás eleições que decorreram este sábado em Vila Nova da Barquinha, “uma zona central do país” e que permitiu receber associados desde Braga a Portimão.

O auditório do Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha acolheu este sábado, dia 27 de junho, a Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Paraquedismo que reconduziu Eduardo Manuel Rodrigues para um novo mandato de quatro anos. Foto: DR
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Questionado sobre a dinâmica da modalidade, Eduardo Rodrigues deu conta de 762 praticantes ao longo do ano 2019, o que se traduz num aumento de 21%. Este ano, notou, a pandemia afetou a atividade normal do paraquedismo, que começa agora a “desconfinar progressivamente”, seguindo um plano de contingência elaborado pela Federação assente nas regras emanadas da Direção Geral da Saúde.

Com destaques de atividades desenvolvidas, o responsável apontou a realização em Évora, em agosto de 2019, e pela primeira vez em Portugal, do evento Handi Fly, uma competição mundial de saltos para atletas com deficiências motoras e que contou durante três dias com a presença de 22 equipas provenientes de 17 países num evento que considerou “um sucesso”.

Aterragem de precisão. Foto: Jorge Santiago

Para este ano, além do calendário atividades de norte a sul do país e representatividade em provas internacionais, o presidente da Federação anunciou a realização de um Campeonato Nacional para deficientes motores de modo a poder, eventualmente, selecionar alguns atletas que possam ir ao Campeonato do Mundo.

Eduardo Rodrigues agradeceu a todos os associados que fizeram questão em dar continuidade ao trabalho elegendo a direção para um 2º mandato, tendo assegurado que tudo fazer para os apoiar, como até aqui tem sido feito.

Eduardo Rodrigues foi reeleito presidente da Federação Portuguesa de Paraquedismo. Foto: Jorge Santiago

Eduardo Manuel Rodrigues iniciou atividade como Paraquedista Desportivo em 1971 e entre 1971 e 1998 participou em várias Competições Nacionais e Internacionais. Em 1998 assumiu a função de Subdiretor da Taça do Mundo organizada em Évora e em 1999 assume-se como membro fundador da Federação Portuguesa de Paraquedismo e no ano seguinte, em 2000, exerce a função de presidente da Comissão Técnica Nacional na Federação Portuguesa de Paraquedismo. Com a extinção da Comissão Técnica Nacional em 2007 e crida a função de Diretor Técnico Nacional, exerce a função até 2016.

Entre 2007 e 2016 participou como chefe de delegação em várias competições Internacionais e em 2016 foi eleito por unanimidade e aclamação Presidente da Federação Portuguesa de Paraquedismo, cargo para o qual foi reconduzido este sábado, dia 27 de junho de 2020, com 99.9% dos votos dos associados. O mandato é válido por quatro anos (2020-2024).

Em 2017, a Federação organizou em Portugal a Reunião Mundial do IPC (Comité Internacional de Paraquedismo) na Cidade de Faro e em 2018 participou na Reunião Mundial na Hungria, sendo um dos pontos a destacar o facto de procurar permanentemente cooperar com todas as suas congéneres Federações e a maior preocupação a boa relação com as Escolas e Clubes membros da Federação.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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