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Sexta-feira, Julho 23, 2021

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VN Barquinha: Criativos das Residências Artísticas apresentaram trabalhos

As criações resultantes das segundas Residências Artísticas de Vila Nova da Barquinha foram apresentadas esta quinta-feira, dia 20. Seis do sete artistas que participaram na iniciativa integrada no Mercado das Artes estiveram no Centro Cultural para conversar sobre o trabalho desenvolvido no passado mês de agosto.

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A sessão de apresentação dos trabalhos criados durante as segundas Residências Artísticas de Vila Nova da Barquinha realizou-se esta quinta-feira, quatro dias antes de completar um ano em que no mesmo local, o Centro Cultural, se apresentavam os trabalhos de 2015 pelos fotógrafos Valter Vinagre, Augusto Brázio, Nelson D’Aires e a artista plástica Alexandra Baudouin.

A edição deste ano teve a participação de Tito Mouraz, Andreia Santana, Hermano de Noronha, Henrique Loja, Sílvia Rodrigues, Sofia Mascate e Nuno Silas, que se inspiraram no património material e imaterial do concelho no passado mês de agosto. Estiveram presentes seis dos sete artistas emergentes da Fundação EDP, com a qual a autarquia barquinhense tem uma parceria no âmbito do projeto Parque de Escultura Contemporânea Almourol (PECA) que também envolve o Instituto Politécnico de Tomar (IPT).

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Fotos: mediotejo.net
Fernando Freire e Carlos Vicente representaram o município. Fotos: mediotejo.net

À exceção de Tito Mouraz, todos partilharam o processo de criação dos trabalhos em áreas como a escultura, a fotografia ou a performance com moderação do artista plástico João Seguro. Entre as diversas intervenções estiveram as de Fernando Freire, presidente da Câmara Municipal, de Carlos Vicente, responsável pelo Centro de Estudos de Arte Contemporânea (CEAC).

No público estiveram os alunos da Escola D. Maria II que aproveitaram para colocar questões aos artistas. Durante a manhã, Andreia Santana explicou a relação estabelecida pela escultura entre as ferramentas utilizadas atualmente na arqueologia para descobrir as ferramentas do passado e Hermano de Noronha respondeu sobre a forma como trabalhou a memória militar e a Festa do Rio e das Aldeias através da fotografia.

Andreia Santana e Hermano de Noronha responderam às questões dos alunos. Fotos: mediotejo.net
Andreia Santana e Hermano de Noronha responderam às questões dos alunos. Fotos: mediotejo.net

A explicação de Nuno Silas foi dada na primeira pessoa ao mediotejo.net antes de apresentar o último trabalho do dia e seguir com o resto dos participantes numa visita guiada à exposição “Anima Mea” de Alexandre Conefrey, na Galeria do Parque, e ao Parque de Escultura Contemporânea Almourol.

A estreia do artista moçambicano em residências artísticas foi feita no concelho e ficou marcada pela relação “do corpo no espaço”, resultando num trabalho focado “na ideia do lugar, da paisagem” numa perspetiva fragmentada, mas também no seu próprio percurso ligado à performance. Os quinze dias revelaram-se curtos para desenvolver a relação pretendida com a vila durante a iniciativa que, segundo Fernando Freire, dá a conhecer o trabalho que se faz no concelho e permite sentir a arte em Vila Nova da Barquinha.

Henrique Loja fechou as apresentações da manhã na iniciativa moderada por João Seguro. Fotos: mediotejo.net
Henrique Loja fechou as apresentações da manhã na iniciativa moderada por João Seguro. Fotos: mediotejo.net

Em declarações ao mediotejo.net, o autarca destacou “a visibilidade em termos de arte e de escultura” e a consolidação do projeto depois da primeira edição em que participaram nomes de relevo, nomeadamente Valter Vinagre que venceu o Prémio Autores 2016 – Melhor Trabalho de Fotografia pela Sociedade Portuguesa de Autores com “Posto de Trabalho”.

As Residências Artísticas integram Mercado das Artes, uma medida de regeneração urbana com apoio de fundos comunitários que no início do próximo ano terá uma nova vertente de proximidade. Segundo Fernando Freire, o projeto é “inovador e diferenciador em termos territoriais” e implica o “alargamento” da arte a todas as freguesias do concelho, assim como do Parque de Escultura Contemporânea Almourol para a parte urbana da vila.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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