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Sexta-feira, Julho 30, 2021

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VN Barquinha | Contas de 2020 revelam redução da dívida em um milhão de euros

Num ano marcado pela pandemia em que não houve lugar a eventos como a Feira do Tejo, em Vila Nova da Barquinha o município terminou 2020 com uma “redução significativa da dívida em perto de 1 milhão de euros”. Na prestação de contas de 2020 feita na reunião de Câmara do dia 10, o presidente da autarquia, Fernando Freire (PS), fez um balanço “muito positivo” do ano em termos de gestão financeira.

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“Foi uma gestão rigorosa, hercúlea, em tempos complicados em que, apesar de tudo, foi possível alavancar investimento”, realçou o autarca.

Se por um lado, o município “poupou” verbas com a não realização de alguns eventos, por outro lado, teve despesas acrescidas devido à pandemia, como testes, desinfetantes, máscaras e todo o tipo de equipamentos de proteção individuais.

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Nota positiva para a venda quase na totalidade dos terrenos da zona industrial, o que leva a autarquia a ponderar um cenário de ampliação da área.

No documento apresentado ao executivo, Fernando Freire refere que “o Município desenvolveu no ano transato um significativo volume de projetos e obras de diferentes tipologias”. Ao nível do investimento, destaque “para os projetos e obras desenvolvidas, assim como os concursos em curso de várias operações, a maioria das quais cofinanciadas pelo Portugal 2020 e pelo Turismo de Portugal”.

Especial referência para a “conservação das infraestruturas municipais e do património paisagístico e monumental classificado”.

No que respeita à regeneração urbana, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) gratificou o Município com mais 202.582,61 euros (Feder-Prémio), devido ao “excelente desempenho” nesta área. A verba vai ser utilizada na requalificação do Largo Infante Santo e Largo do Chafariz.

As contas do município referentes a 2020 têm ainda de ser submetidas a discussão e votação da Assembleia Municipal.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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