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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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VN Barquinha | Concelho tem nova estratégia de desenvolvimento

A Assembleia Municipal de Vila Nova da Barquinha ficou a conhecer a Estratégia Integrada de Desenvolvimento do concelho na sessão desta sexta-feira, dia 30. O estudo elaborado pela empresa Augusto Mateus & Associados envolve um investimento de 10.800,00€ e foca a valorização do património existente, a regeneração urbana e o estímulo do tecido empresarial.

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O ponto de partida são os recursos endógenos e diversos projetos municipais existentes, que surgem agora integrados numa ótica de articulação territorial com os municípios vizinhos do Médio Tejo. Uma proposta que os deputados das bancadas da CDU, PS e PSD consideraram válida e bem elaborada, mas pouco inovadora, apontando a falta de projetos novos.

O património natural, histórico e cultural – no qual se enquadram a floresta, as artes e a frente ribeirinha – são apontados como fatores distintivos que devem ser potenciados e conjugados com a promoção da qualidade de vida das famílias, assim como a promoção do turismo que, segundo a representante da Augusto & Mateus, não se pretende que seja de massa.

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Vânia Rosa salientou, igualmente, que o documento apenas ficará “fechado” depois de recebidas e analisadas as sugestões entregues pelos deputados municipais até dia 7 de julho. Em análise têm três orientações estratégicas para captar e mobilizar “fundos”, “investimento” e “pessoas” num concelho que os dados mais recentes do INE – Instituto Nacional de Estatística associam a uma população envelhecida e um tecido empresarial pouco expressivo.

O crescimento populacional e económico são apontados como objetivos prioritários, estando a primeira orientação focada na valorização da natureza, do legado histórico e da arte. A segunda engloba a regeneração urbana e a coesão social e a terceira incide numa economia assente na logística, agricultura, florestas e no desenvolvimento de novos setores.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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