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Terça-feira, Novembro 30, 2021

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VN Barquinha | CHEGA acusa empresa Tejo Ambiente de crime de especulação

A concelhia do partido CHEGA de Vila Nova da Barquinha apresentou uma participação criminal contra a empresa intermunicipal Tejo Ambiente por aquilo que considera ser um “crime de especulação” devido à elevada cobrança de taxas relativas ao valor do consumo da água.

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Em comunicado enviado ao mediotejo.net assinado pelo candidato do CHEGA à Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, Hélder Justino, é referido ainda que está em curso um abaixo-assinado a entregar ao atual presidente da Câmara Municipal, Fernando Freire, a “exigir a rescisão do contrato entre o município e a Tejo Ambiente”.

Em causa, aponta o CHEGA, está “um crime de especulação” por parte da empresa no que respeita à cobrança de taxas “entre 73% e uns escandalosos 100% do valor do consumo da água”.

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“Existem faturas sem consumo e só com taxas, quando anteriormente o município de Vila Nova da Barquinha tinha um valor médio de 60%, mesmo assim já exagerado”, expõe.

Na nota, o candidato do CHEGA à Câmara Municipal admite que não se entende “para que serviu para o município a passagem dos serviços de águas para aquela empresa, uma vez que apresenta prejuízos de 2,2 milhões de euros que implicam a cobertura desse deficit operacional por parte do município em proporção à sua posição na empresa. Igualmente, não houve ganho algum que melhorasse o serviço oferecido em relação ao existente”.

“Acresce o facto de o município igualmente não ter reduzido os seus custos pelo facto de ter entregue o serviço de águas, resíduos e saneamento para uma empresa intermunicipal criada para o efeito. A gestão da empresa intermunicipal tem demonstrado por diversas vezes a sua incapacidade e incompetência, deixando antever um futuro sombrio a breve trecho”, pode ler-se ainda.

Hélder Justino refere também a “tentativa de fazer com que sejam os consumidores a pagar as suas inoperacionalidades, custos operativos elevados e os lugares de boys partidários” que “leva-nos a clamar ‘vergonha’ e a entender qual o real objetivo da criação da empresa Tejo Ambiente”.

Nesta linha, o CHEGA considera que a Tejo Ambiente “abusa da sua posição de exclusividade no fornecimento do serviço para cobrar e impor custos em forma de roubo descarado aos munícipes do concelho”, admitindo que não é “invulgar um consumo de pouco mais de 1€ de água representar uma fatura final de mais de 11€”.

Pelos motivos apresentados, a concelhia do CHEGA de Vila Nova da Barquinha refere que decidiu “apresentar participação criminal pelo crime de especulação contra a empresa”.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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