VN Barquinha | Castelo de Almourol e CITA reabrem dia 18 com restrições

À semelhança do que acontece nos monumentos a nível nacional, em Vila Nova da Barquinha o Castelo de Almourol e o Centro de Interpretação Templário vão reabrir ao público na segunda-feira, dia 18, depois de dois meses encerrados devido às restrições do estado de emergência.

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Para a reabertura daqueles dois espaços, a Câmara ouviu o Regimento de Engenharia nº 1, proprietário do castelo, e a Junta de Freguesia de Tancos, responsável pela travessia de barco. No entanto, dadas as contingências ainda em vigor, o acesso, quer ao castelo quer ao CITA, é feito com uma série de restrições que foram aprovadas na reunião de Câmara do dia 13.

A partir do dia 18, o castelo está novamente aberto a visitas todos os dias, mas as embarcações de transporte reduzem a capacidade de passageiros para metade, passam de 20 para 10 e têm de viajar sentados costas com costas.

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No CITA o número limite de visitantes é de cinco e a duração máxima da visita é de 15 minutos.

É obrigatória a desinfeção das mãos à entrada do barco e do CITA bem como o uso de máscara.

Na torre de menagem não podem permanecer mais de cinco pessoas em simultâneo e recomenda-se a manutenção da distância social de 1,5 metros a 2 metros desde o embarque ao final da visita.

A Junta Freguesia de Tancos tem de assegurar a desinfeção das embarcações, dos passadiços e dos corrimãos do Castelo.

Do rol de restrições faz parte também a proibição expressa da passagem a pé para a ilha. Caso haja infrações os visitantes regressam à margem, e em caso de insistência haverá recurso às autoridades.

Em relação ao CITA retoma o horário anterior: todos os dias úteis: das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30, sábados e domingos: das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 18h00

Na parte da biblioteca, os visitantes deixam de ter acesso livre às estantes. Apenas os funcionários podem retirar os livros das prateleiras. Após a sua consulta pelos interessados, as obras ficam um período de quarentena.

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José Gaio
Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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