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Sábado, Outubro 23, 2021

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VN Barquinha | Brigadeiro General Pedro Soares assume comando da Brigada de Reação Rápida

O Brigadeiro General Pedro Miguel Gonçalves Soares, da arma de infantaria, assumiu no dia 26 de junho o comando da Brigada de Reação Rápida, instituição sediada no Polígono militar de Tancos, Vila Nova da Barquinha. Pedro Soares encontrava-se a desempenhar o cargo «OSC OJX 0010 – Branch Head (Support to Operations)», no Supreme Headquarters Allied Powers Europe (SHAPE), em Mons, Reino da Bélgica.

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À cerimónia de tomada de posse presidiu o Chefe de Estado-maior do Exercito, General Nunes da Fonseca, o Comandante das Forças Terrestres, Tenente-General Martins Pereira, os respetivos comandantes das unidades dependentes da Brigada de Reação Rápida (Centro de Tropas de Operações Especiais, Lamego;  Regimento de Artilharia N.º 4, Leiria; Regimento de Cavalaria Nº 3, Estremoz; Regimento de Comandos, Carregueira;  Regimento de Infantaria nº 1, Tavira; Regimento de Infantaria Nº 10, São jacinto; Regimento de Infantaria nº 15, Tomar; Regimento de Paraquedistas e Unidade de Apoio / BrigRR, do polígono militar de Tancos, bem como militares e civis da respetiva Brigada.

Também, esteve presente à tomada de posse e da entrega do Estandarte Nacional, por um pelotão da 6.ª Força Nacional Destacada para a República Centro Africana ao Comandante da BRR, o Presidente da Câmara da Barquinha, Fernando Freire, e o presidente da Junta de Freguesia da Praia do Ribatejo, Benjamim Reis.

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O Brigadeiro General Pedro Miguel Gonçalves Soares, da arma de infantaria, assumiu hoje, dia 26 de junho, o comando da Brigada de Reação Rápida. Foto: Serrano Rosa

Os militares da 6.ª Força Nacional Destacada na República Centro-Africana cumpriram seis meses de missão naquele país. Durante o tempo ao serviço das Nações Unidas na missão MINUSCA, o efetivo de 180 militares, composto maioritariamente por paraquedistas do Exército e que integrou também elementos da Força Aérea Portuguesa, foi elogiado e distinguido pelas Nações Unidas pelo desempenho e profissionalismo demonstrados.

As cerimónias, mais singelas do que vinha do antecedente, respeitaram as regras de distanciamento social impostas pelas leis em vigor.

Foto: Serrano Rosa

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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