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Sábado, Setembro 18, 2021

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VN Barquinha | Assembleia Municipal aprova recomendações em defesa do ambiente (c/áudio)

A Assembleia Municipal de Vila Nova da Barquinha aprovou o relatório com recomendações para a conservação dos recursos naturais, pela adoção de medidas de adaptação às alterações climáticas e de defesa de um Tejo livre sem novos açudes e barragens.
 
 O relatório, que resulta do debate temático “Ambiente, alterações climáticas e situação atual do rio Tejo e seus afluentes”, realizado em 2019, foi elaborado pela Comissão Permanente do Ambiente e deixa contributos e recomendações à autarquia barquinhense para um futuro com melhor gestão e proteção dos recursos naturais existentes no município. O documento foi aprovado por unanimidade pela Comissão Municipal de Ambiente e pela maioria dos eleitos na Assembleia Municipal, contando com uma abstenção de um deputado do PSD.

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A proposta de realização de um debate público sobre o tema “O Ambiente, as alterações climáticas e a situação atual do rio Tejo e seus afluentes” havia sido aprovada por unanimidade na sessão de Assembleia Municipal de 27 de setembro de 2019. Em novembro do mesmo ano, o debate, organizado pela Assembleia Municipal, aconteceu e em cima da mesa estiveram assuntos com o ambiente e os recursos naturais em Vila Nova da Barquinha, um plano de adaptação às alterações climáticas no concelho, bem como a questão da Convenção de Albufeira, do Projeto Tejo e da Barragem do Alvito.

Volvido este tempo, durante o qual a Comissão Permanente do Urbanismo, Ambiente, Trânsito, Comunicações, Economia, Administração e Finanças elaborou um documento relativo ao debate temático, a Assembleia Municipal de Vila Nova da Barquinha aprovou por maioria, com uma abstenção, o relatório que deixa um conjunto de recomendações ao executivo camarário.

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Paulo Constantino, presidente da Comissão Permanente que elaborou o documento – que contou também com a colaboração dos deputados municipais Carla Cardoso (PS), José Chambel (PS), José Ricardo (CDU) e Nuno Gomes (PSD/CDS) – sublinhou perante a Assembleia Municipal que este relatório pretende “tentar dar um contributo em termos daquilo que possam ser recomendações ao executivo que possam ficar para o futuro”.

Entre as conclusões e recomendações aprovadas entre a Comissão de Ambiente, o também deputado municipal fez um apanhado geral, referindo que o relatório passa “por uma área de ambiente e recursos naturais de Vila Nova da Barquinha, de preservação da floresta, de melhoria da qualidade ambiental, em termos também de haver uma estratégia local para a sustentabilidade dos recursos hídricos e também um plano municipal de gestão de recursos naturais”.

No domínio das alterações climáticas, Paulo Constantino exalta a importância de a população começar também a “assimilar que é que pode fazer no seu próprio concelho”.

Quanto à Convenção de Albufeira, ao Projeto Tejo e à Barragem do Alvito, é vertida no relatório uma perspetiva de “defesa do rio Tejo livre e com dinâmica fluvial e pela defesa de um desenvolvimento regional com base no turismo de natureza e ecológica e na própria gastronomia regional – porque é essa que interessa mais a esta área do Médio Tejo”, conforme disse, sem esquecer a “ necessidade de caudais ecológicos”.

ÁUDIO | Paulo Constantino expõe recomendações do relatório em Assembleia Municipal

Na recente sessão da Assembleia Municipal de Vila Nova da Barquinha, o presidente da mesa, António Ribeiro, aproveitou este ponto para sublinhar a importância de se “estar atento” ao Plano de Recuperação e Resiliência no que respeita aos apoios ao investimento na área do ambiente.

Já o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, Fernando Freire (PS), sublinhou que a autarquia “desde a primeira hora” se entregou a esta questão do ambiente e elencou a diversidade de recursos existentes no concelho, bem como a atenção que o Município dá aos mesmos.

ÁUDIO | Fernando Freire intervém sobre o relatório

Autarcas e ambientalistas querem definição de caudais ecológicos no Rio Tejo. Foto: DR

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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