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Domingo, Setembro 26, 2021

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VN Barquinha em festa abre hoje Feira do Rio

A contagem decrescente para as Festas do Concelho termina esta quinta-feira, dia 9, com o regresso da Feira do Tejo ao parque ribeirinho. O programa de cinco dias é composto por mais de meia centena de propostas em que se destacam a música, o desporto, a dança, atividades infantis, visitas guiadas, workshops, entre muitos outros. As tasquinhas e o artesanato têm presença confirmada e no dia 18 ainda haverá fôlego para um arraial popular.

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O parque ribeirinho de Vila Nova da Barquinha é sinónimo de passeio relaxante ao longo de todo o ano, mas chegado o 13 de junho, dia de Santo António e feriado municipal, a margem do rio Tejo transforma-se num local privilegiado para festejar. Este ano não será exceção e a Feira do Tejo arranca às 18h00 de hoje, dia 9, quinta-feira, com um programa que deixa poucas horas para dormir.

O artesanato e as tasquinhas continuam a marcar presença na Avenida dos Plátanos, as atuações de música e dança distribuem-se por cinco palcos e o parque ribeirinho será ponto de encontro para os amantes de desporto, motas, teatro, arte e cavalos. As atividades para os mais novos dividem-se entre o espaço infantil e o Centro de Estudos de Arte Contemporânea e incluem ateliers criativos, adereços, pinturas faciais, painel de pintura, jogos gigantes e tradicionais, caça ao tesouro e teatrinho de marionetas.

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A cultura faz as “honras da casa” no primeiro dia com a inauguração da exposição “Sobre a natureza das coisas” na Galeria do Parque e Galeria Santo António composta por trabalhos dos alunos finalistas do curso de Artes Plásticas, Pintura e Intermédia do Instituto Politécnico de Tomar. À noite, pelas 22h00, tem lugar o concerto do primeiro cabeça-de-cartaz da Feira do Tejo de 2016 com o músico abrantino Humberto Felício a apresentar FEL, o seu primeiro projeto a solo, no Palco Principal com a nova formação Filarmónica Elétrica Livre.

Este palco está reservado por volta da mesma hora para D’Alva, a 10, Cais Sodré Funk Connection, a 11, Orquestra Ligeira do Exército, a 12, e Rita Guerra, a 13. No entanto, as atuações musicais não se esgotam ali e ao longo dos cinco dias será possível ouvir o Quarteto de Jorge Esperança e Dois Tipos Mais ou Menos Assim Assim às 19h00 no espaço Quiosque Central. A partir da meia-noite sobem ao Palco Ribeirinho Fun2Rock, RH+, Vic James e Royal Pandemonium.

A festa também é feita pelos barquinhenses e o Palco Santo António recebe diversas atividades organizadas por entidades locais e que vão desde um workshop de chocolate a demonstrações de dança (kizomba, hip-hop e ballet) e artes marciais (kempo e karaté). Nos cinco dias também atuam aqui as turmas da FOS – Formação Ocupacional de Seniores, as Marchas Populares, os alunos da Escola de Música do concelho e os ranchos e grupos folclóricos e etnográficos durante o Festival de Folclore.

No Aquapalco têm destaque as danças de salão e no auditório do Centro Cultural o Encontro de Bandas (tuna e bandas filarmónicas) e uma sessão cinematográfica para as famílias. A arte, por seu lado, pode ser apreciada através de visitas guiadas ao Centro de Estudos de Arte Contemporânea e ao Parque de Escultura Contemporânea Almourol.

As restantes atividades têm lugar por todo o parque de manhã à noite com uma prova aberta de pesca desportiva, um passeio motard, jogos tradicionais, teatro, batismos a cavalo, caminhadas, aulas de spinning e yoga, concentração de vespas, trail, balão de ar quente, canoagem, concentração de mamãs e carrinhos de bebé, encontro de antigos escuteiros, peddy-paper sénior, passeios de charrete e acampamento templário.

Cinco dias que não perderam a essência do “non-stop”, a antiga assinatura das Festas do Concelho, sem esquecer as cerimónias oficiais e religiosas no dia 13. Depois do descanso, o ritmo volta a acelerar no dia 18, data em que a Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova da Barquinha abre portas à comunidade num arraial popular.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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