Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Domingo, Agosto 1, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

VN Barquinha | Ampliação da zona industrial é uma necessidade perante elevada procura de terrenos

A elevada procura de terrenos na Zona Industrial de Vila Nova da Barquinha, junto ao nó da A23/A13 na Atalaia, leva os autarcas a terem de pensar na ampliação do espaço. A revelação foi feita pelo presidente da Câmara na reunião de executivo. Nesta altura, os terrenos do também designado Centro de Negócios estão praticamente todos vendidos, e que tem contribuído para um encaixe financeiro nos cofres da autarquia para além da criação de muitos postos de trabalho.

- Publicidade -

- Publicidade -

Fernando Freire (PS) deu exemplos de investidores ingleses e israelitas que têm procurado a autarquia para apostar em novas unidades fabris na zona industrial. “Há de facto uma apetência pela centralidade de Vila Nova da Barquinha”, reforça o autarca, que se mostra preocupado com a falta de mão qualificada e não qualificada.

Atualmente funcionam na Zona Industrial sete empresas, que garantem 270 postos de trabalho. Há a perspetiva de que, até final de 2021, se instale uma nova empresa com mais 110 postos de trabalho.

- Publicidade -

Para 2022, prevê-se a criação de mais 200 postos de trabalho, consequência da instalação definitiva de oito novas empresas, conforme projetos já qualificados como de interesse municipal pelos órgãos executivo e deliberativo do município.

O Centro de Negócios de Vila Nova da Barquinha situa-se a norte do nó da A23. Imagem: Município VN Barquinha

Mas não é só na Zona Industrial que o empreendedorismo é visível. No centro da vila, o município criou o Cais – Ninho de Empresas, atualmente com sete empresas em instalação física, três em coworking e duas em instalação virtual.

Com o sucesso do projeto, a autarquia assinou no dia 30 de abril um novo acordo de cooperação para a instalação mais espaços de teletrabalho e coworking no interior, uma rede criada pelo Ministério da Coesão Territorial e pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome