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Segunda-feira, Julho 26, 2021

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VN Barquinha: Aldeia Templária de Almourol recriará uma aldeia medieval do século XII

A Aldeia Templária de Almourol, um dos principais objectivos a médio prazo do Montepio Militar, recriará uma aldeia medieval do século XII, valorizando o património histórico e militar e a comunidade onde este se insere, pode ler-se no site do Montepio Militar.
https://sites.google.com/site/montepiomilitar/projectos/aldeia-templaria-de-almourol

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Sob o controlo da Ordem dos Templários, o Castelo de Almourol foi um importante ponto nevrálgico da fronteira Sul, a chamada “Linha do Tejo”, controlando o comércio de azeite, trigo, carne de porco, frutas e madeira entre os vários territórios.

Acredita-se que teria existido pelo menos uma povoação de apoio logístico ao castelo, numa das margens do Rio Tejo, uma vez que foi concedido foral aos seus habitantes no ano de 1170.

Durante o lançamento oficial do Projecto Aldeia Templária de Almourol, será dado a conhecer ao público o Romance Histórico “Affonso de Almourol”
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https://sites.google.com/site/montepiomilitar/projectos/Affonso.png?attredirects=0
LEMA DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS – “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso Nome dai Glória” (Salmos 115:1)

Em Homenagem a todos os soldados que combateram na defesa da “Linha do Tejo” e a todos os Cristãos, Muçulmanos e Judeus, que apoiaram o nascimento e consolidação do Reino de Portugal.
Coimbra, 1151 – D. Afonso Henriques estremeceu com a notícia. O seu aliado a sul do Rio Sado, Ibn Qasi, fora assassinado. O valoroso príncipe ismaelita, neto de cristãos e intimo de Raymond Bernard, que tanto o ajudou nas batalhas contra os almorávidas e contra os exércitos do seu primo, fora traído pelos da sua própria estirpe. Lembrava-se como se fosse ontem, que foram Ibn Qasi e Pedro de Gundemaro que serviram de mestres no ribât de al-Rhiana, aquando da sua introdução aos mistérios do Templo de Salomão e nos dois pilares que o sustinham: de um lado os Pobres Cavaleiros de Cristo, do outro a Futuwwa, a cavalaria islâmica.
Foram momentos que o marcaram para sempre, num processo iniciático entre Sufis e Templários, onde como um simples cavaleiro, teve conhecimento dos mistérios da irmandade da Cavalaria Espiritual. Enquanto revivia esses momentos, reparou que Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, dera-lhe a notícia curvado, para que não fossem notadas as lágrimas que molhavam o chão onde pisava.
Passaram-se alguns momentos até se erguer pesaroso e concentrando-se no olhar de Afonso Henriques esperou em silêncio pela pergunta…
– Geraldo! O meu irmão Ibn Qasi morreu sozinho?
– Sim Ibn Arrick! A filha de Ibn Qasi está em segurança, por agora!

A linda princesa Karimah era a parte mais deliciosa da aliança de Afonso Henriques com Ibn Qasi. A sua princesa abençoou-o com um herdeiro, um príncipe que agora mais do que nunca, poderia auxiliar na reconquista do território perdido do seu avô.
– Gualdim Pais! Vai com Geraldo, leva cem cavaleiros de Coimbra e escolta até Santarém a princesa Karimah e o meu filho Affonso. Mantem-te junto a eles, zela pela sua segurança dia e noite até novas ordens. (…)        
              [Excerto do inicio do Romance “Affonso de Almourol”]

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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