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Quarta-feira, Dezembro 1, 2021

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VN Barquinha | “A Memória da Água” em exposição na Galeria do Parque

A Galeria do Parque, em Vila Nova da Barquinha, vai acolher a exposição “A Memória da Água”, de Cristina Ataíde.

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Comissariada por João Pinharanda, no âmbito da parceria da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha com a Fundação EDP, para a programação artística do Parque de Escultura Contemporânea Almourol, a mostra vai ser inaugurada este sábado, 23 de outubro, pelas 17h00.

Referindo-se à obra de Cristina Ataíde, João Pinharanda refere que o trabalho da artista procura “integrar no seu trabalho o eco das grandes narrativas da humanidade. Cultiva, por isso, uma relação íntima com a memória das matérias primeiras: a água, mas também a terra, o ar, o fogo, a madeira, os metais… o sangue, as pedras, as estrelas, a palavra…”.  

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Com a mostra na Galeria do Parque, pretende-se “aprofundar o enigma das imagens desviando do seu destino prático os objectos que nos apresenta e acentuando o seu destino simbólico. Cristina Ataíde procura no mundo real equivalentes das questões que lhe importa tratar: a vida e o seu fluir, o reflexo de umas coisas nas outras, a superação da morte. Se o barco, incompleto, se suspende num voo imóvel sobre a água que corre diante de si, se as estrelas que regista nos desenhos não correspondem a nenhuma das constelações conhecidas e se remos e varas de barqueiro são afinal novas esculturas sem valor prático é porque Cristina Ataíde não documenta o real mas o supera, oferecendo-nos o desenho de um mundo ideal”, diz ainda João Pinharanda.

A exposição “A Memórias da Água” vai estar patente até 27 de fevereiro de 2022.

Inserida no edifício dos Paços do Concelho de Vila Nova da Barquinha, a Galeria do Parque pode ser visitada de terça a sexta-feira, entre as 11h00 e as 13h00 e das 15h00 às 18h00, e aos sábados, das 15h00 às 19h00, mediante o cumprimento das regras emanadas pelas autoridades de saúde no âmbito da Covid-19.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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