VN Barquinha | A aventura de percorrer 266 kms a pé nas margens do rio Tejo (c/ áudio)

Na partida para a megacaminhada. Foto: DR

“Transtejo 2020 Trekking” é o nome da aventura que alguns caminheiros estão a concretizar por estes dias ao longo do rio Tejo. Pedro Pimenta, do Entroncamento, lidera um grupo que começou com nove caminheiros com o objetivo de percorrer 266 kms a pé desde a barragem de Cedillo (Espanha) a Lisboa (Terreiro do Paço) durante nove dias em semi-autonomia.

A uma média de 33 quilómetros diários, a aventura começou com nove caminheiros no dia 27 de junho na barragem de Cedillo. Entretanto um elemento feminino desistiu, mas outros têm-se juntado em algumas etapas.

Experiente em caminhadas de longa distância, Pedro Pimenta explica em entrevista ao mediotejo.net que a aventura “tem proporcionado excelentes imagens e paisagens espetaculares”. O que mais tem marcado o grupo é “a beleza que é o rio Tejo e todas as suas potencialidades”.

Quando idealizou o percurso, Pedro Pimenta procurou “traçar uma linha imaginária ligando alguns percursos já existentes tendo sempre o Tejo como companheiro”. Revela que o rio apresenta “um caudal excecional em pleno verão, com água limpa”.

O Presidente da Câmara de VN Barquinha recebeu os caminheiros. Foto: CM Barquinha

Uma das paragens, no dia 1 de julho, aconteceu em Vila Nova da Barquinha, onde o grupo foi recebido pelo Presidente da Câmara. Fernando Freire deu as boas-vindas e falou um pouco sobre a história sobre os Templários, Almourol e Vila Nova da Barquinha, momento cultural que marcou os caminheiros. Houve ainda oportunidade para visitar a exposição “viewfinder” de Martinho Costa, na Galeria do Parque, e o Centro de Interpretação Templário Almourol. A comitiva seguiu para sul, através do troço dos Caminhos de Santiago, rumo à Golegã.

Ao longo do percurso, os participantes têm contado com apoio de amigos e familiares, bem como de empresários que dão ajuda ou descontos em refeições e estadias.

“Até agora está a correr tudo bem. Estamos cansados, mas satisfeitos”. É desta forma como se sentem os caminheiros numa altura em que atravessam a nossa região depois de cumprido mais de metade do percurso.

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