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Sábado, Julho 31, 2021

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“VIOLANT – Trechos de poesia pintados em paredes”, por Sónia Pedro

«O poeta é um fingidor.

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Finge tão completamente

Que chega a fingir que é dor

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A dor que deveras sente.»

Fernando pessoa

“Riachos. Uma pesquisa na Wikipédia por esta vila no concelho de Torres Novas, com 5247 habitantes (contas de 2011), leva-nos a pontos de interesse como o Rancho Folclórico Os Camponeses de Riachos, a Sociedade Columbófila Riachense ou mesmo o Moto Clube “Os Tesos do Ribatejo.”

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Imagem 4: “Dó Menor” Março de 2015 Fotografia de André Lopes — in Constância.

Começava assim o artigo do Jornal I de 15/09/2015 dedicado à apresentação do livro “Street Art Portugal” publicado pela editora Zest, em setembro deste ano (12€) – e que pode ser adquirido em http://www.zestbooks.pt/#!page2/cjg9. “Street Art Portugal” é um volume que inclui arte urbana de norte a sul de Portugal e onde podemos apreciar as mais de 200 obras de obras de quase 100 artistas – onde se incluem Mr Dheo, Bordalo II, Vhils, Nomen, Tosco, Violant, Smile, Add Fuel, Tamara Alves e Vanessa Teodoro.

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Imagem 2: “Butterfly Effect” Setembro de 2015 Fotografia de Rui Serrano — with Rui Serrano Fotografia in Barreiro, Portugal.

O responsável pelo aparecimento de Riachos no mapa da Street Art  é João Mauricio aka VIOLANT. João Mauricio é um talentoso pintor de murais, e tal como José Castello-Lopes (um dos pioneiros do cinema português e fundador da filmes Castello Lopes), um riachense de gema.

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Imagem 3: “Visceral” Outubro de 2015 Fotografia de Paulo Rocha — at Quinta do Mocho.

Tal como outros mestres da Street Art, VIOLANT cria murais de grandes dimensões, com recurso a rolos, pincéis e cabos compridos, extensor e tintas. Os seus murais interpelam-nos e provocam-nos em questões como a sustentabilidade ambiental, a condição humana mas também a condição animal e outros problemas sociais fundamentais. Transportam as profundas reflexões do artista – muitas vezes complexas e não lineares, sonhadoras e terríveis – acerca da degradação do ambiente e da vida humana, dos problemas que a humanidade enfrenta e provoca. Imagens coloridas, fortes e desmesuradas, lentes da sua reflexão do mundo e sobre o mundo.

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Imagem 1: “Gaia” Setembro de 2015 Fotografia de Paulo Rocha — with Paulo Rocha in Lisbon, Portugal.

Com várias dezenas de pinturas expostas pelas paredes, muros e viadutos por todo o país: de Lisboa, ao Barreiro, Setúbal, Fernão Ferro, Serra da Estrela, Coimbra, Caldas da Rainha, Santarém, Vila Real, Almeirim, Golegã, Torres Novas, Entroncamento, Constância, Montalvo, Riachos e Rossio – Abrantes, como também já no estrangeiro – Polónia, VIOLANT é um nome reconhecido no meio da Street Art , e apesar dos inúmeros trabalhos já realizados na região, permanece para muitos um ilustre desconhecido.

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Imagem 5: “Insomnia” Junho de 2015 Fotografia de Gui Mota — in Coimbra, Portugal.

Onde é que o podemos encontrar? Nas paredes deste nosso país à beira-mar plantado, e em:

https://www.facebook.com/j.m.violant/?pnref=story

https://www.flickr.com/photos/violant3/

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Imagem 6: “The fall of Adam” Janeiro de 2015 Fotografia de Ana-lógica — at Fernão Ferro.

Mas mais do que palavras, fiquem com as suas imagens.

Imagem 1:

“Gaia”
Setembro de 2015
Fotografia de Paulo Rocha — with Paulo Rocha in Lisbon, Portugal.

Imagem 2:

“Butterfly Effect”
Setembro de 2015
Fotografia de Rui Serrano — with Rui Serrano Fotografia in Barreiro, Portugal.

Imagem 3:

“Visceral”
Outubro de 2015
Fotografia de Paulo Rocha — at Quinta do Mocho.

Imagem 4:

“Dó Menor”
Março de 2015
Fotografia de André Lopes — in Constância.

Imagem 5:

“Insomnia”
Junho de 2015
Fotografia de Gui Mota — in Coimbra, Portugal.

Imagem 6:
“The fall of Adam”
Janeiro de 2015
Fotografia de Ana-lógica — at Fernão Ferro.

Imagem 7:

“Flying Machine”
Outubro de 2014
Fotografia de Dani Skinder — at Escola Superior de Educação de Santarém.

Imagem7Imagem 8:

“AP 16:3”
Novembro de 2013
Fotografia de Sílvia Afonso — in Entroncamento.

 

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Presidente da Associação Médio Tejo Criativo, Sónia Maria de Matos Pedro é licenciada em Antropologia - Ramo Antropologia Social e Cultural pela Universidade de Coimbra - Faculdade de Ciências e Tecnologia e Mestre em Cidades e Culturas Urbanas pela Faculdade de Economia também da Universidade de Coimbra. Já trabalhou em diversos projetos empresariais. Segundo diz a própria, "ideias e projetos para o futuro é que não faltam".

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