Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Segunda-feira, Agosto 2, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

VN Barquinha duplica viveiros de empresas em ambiente escolar

O Agrupamento de Escolas de de Vila Nova da Barquinha já deu início ao segundo ano de trabalho no viveiro de empresas em ambiente escolar (VEAE), projeto que pretende desafiar os alunos do ensino básico a pensar e criar empresas.

- Publicidade -

- Publicidade -

Este ano, o VEAE duplicou o número de alunos envolvidos, passando para 160 os estudantes oriundos de sete turmas (duas do 1.º ciclo, uma do 2.º ciclo, duas do 3.º ciclo e duas do ensino secundário) numa iniciativa que tem como principal promotor o Agrupamento de Escolas de Vila Nova da Barquinha, e que conta com a parceria do município, Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém, Tagusvalley, Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, Instituto Politécnico de Tomar, Universidade de Aveiro e Associações de Pais.

EMPRE
Paulo Tavares, diretor do Agrupamento de Escolas de Vila Nova da Barquinha, Fernando Freire, presidente Câmara Municipal,e Eva Furtado, da Universidade de Aveiro.

- Publicidade -

O VEAE foi implementado no ano letivo anterior num edifício autónomo da escola D. Maria II, uma sala ampla (‘open space’) equipada com mobiliário, telefone, computador e uma secretária/rececionista, e onde os jovens candidatos a empresários têm liberdade total para criarem as suas pequenas e médias empresas (PME), desenvolverem ideias e criarem produtos, sendo acompanhados por monitores.

“Desafiar os jovens a pensar e criar empresas desde tenra idade, e familiarizar as crianças e jovens com conceitos em torno do universo empresarial é o grande objetivo deste viveiro de empresas, como se estivessem no mundo real dos negócios, partilhando custos e desenvolvendo ideias e criando riqueza “, destacou ao mediotejo.net o presidente da autarquia local, Fernando Freire.

EMPRE1
O auditório do Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha foi pequeno para acolher todos os participantes do VEAE 2015/2016

O município é um dos parceiros do projeto, a par da associação empresarial do distrito de Santarém, Tecnopolo do Vale do Tejo, autarquias do Médio Tejo e associações de pais, e que tem como principal promotor o Agrupamento de Escolas de Vila Nova da Barquinha.

O projeto surgiu na sequência da iniciativa “Empreendedorismo na Escola”, medida implementada no início do pretérito ano letivo e inserida no Plano Estratégico de Desenvolvimento Económico “Barquinha 2020”, no âmbito do qual cerca de 160 alunos do Agrupamento de Escolas disputam o “Prémio Municipal de Empreendedorismo em Ambiente Escolar”, galardão instituído como sendo “uma forma de incentivar os jovens empresários”.

Em declarações ao mediotejo.net, a professora Ana Santos, coordenadora do VEAE, disse que vários professores foram agregados a este projeto, desenvolvendo conteúdos programáticos das disciplinas relacionados com a temática do empreendedorismo, tendo destacado “a importância do enquadramento local, ao nível histórico, ambiental e patrimonial”, aquando da conceção e desenvolvimento das ideias de projeto.

empre2
A professora Ana Santos (à direita na foto) é a coordenadora do projeto VEAE em Vila Nova da Barquinha

“Tanto os professores como os alunos estão muito motivados e entusiasmados com este projeto”, notou a subdiretora do Agrupamento de Escolas, tendo destacado a importância de “formar bons cidadãos, em termos académicos, mas também no saber fazer, aguçando o espírito empreendedor”.

Na sessão de abertura deste ano letivo, que decorreu na sexta-feira, 13 de outubro, ocorreu também denominada Feira de Outono, e, no Centro Cultural da Barquinha, a entrega do prémio ao grupo de alunos vencedores da primeira edição do projeto EMPRE e ainda o Dia do Diploma, que distinguiu diversos alunos que se evidenciaram em várias áreas do saber.

Foto: CM VNB

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome

- Publicidade -