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Domingo, Julho 25, 2021

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Vila Nova da Barquinha: Câmara Municipal desafia munícipes a “mudar a vila”

Mais de meia centena de pessoas respondeu ao repto lançado pela Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha e compareceu na sessão de esclarecimento sobre regeneração e reabilitação urbana com o tema “vamos mudar a vila!”. A iniciativa realizou-se este sábado, dia 24, no Salão Nobre dos Paços do Concelho e foi a primeira das quatro que terão lugar em todas as freguesias do município até ao final do ano.

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Ao longo de duas horas, munícipes e habitantes de concelhos vizinhos ficaram a conhecer os incentivos fiscais à reabilitação de edifícios, o Regulamento Municipal de Reabilitação Urbana e os instrumentos financeiros de incentivo à reabilitação no âmbito do Quadro Comunitário de Apoio para o período 2014-2020 (Portugal2020), como o Programa Reabilitar para Arrendar. A apresentação foi feita por Fernando Freire, presidente da autarquia, a arquiteta Fátima Capela, chefe da Divisão de Urbanismo, e Marina Honório, técnica do Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento e Empreendedorismo.

reabilitação urbana VNB
Fernando Freire, Marina Honório e Fátima Capela

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A primeira sessão de esclarecimento focou-se na Área de Reabilitação Urbana (ARU) da Zona Baixa de Vila Nova da Barquinha. Nos próximos meses será a vez das ARU da Zona Baixa de Tancos, de Moita do Norte e da Praia do Ribatejo. A última encontra-se em fase de audiência prévia à respetiva Junta de Freguesia, será posteriormente apresentada em reunião de câmara e proposta para aprovação da Assembleia Municipal.

A aposta camarária na recuperação do património edificado do concelho inclui ainda a criação do Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Local, da Loja da Reabilitação e de uma Bolsa de Reabilitação on-line no site da Câmara Municipal.

Fernando Freire lamentou o atraso nos programas de financiamento e afirmou que as medidas municipais apresentadas ajudarão os proprietários na venda do seu património com “preços de mercado mais confortáveis”, em alguns casos com uma “redução significativa de menos 20%”. O mesmo considera que o sucesso da iniciativa depende da “simbiose de vontades entre os proprietários e a câmara municipal” para que a vila se torne “mais bonita”, “mais dinâmica” e “com pessoas”.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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