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Domingo, Outubro 24, 2021

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Vila de Tramagal tem novo baloiço panorâmico com vista para o Tejo

Colocado num local privilegiado com vista para o rio Tejo, a vila de Tramagal tem um novo baloiço panorâmico que tem despertado a curiosidade em visitar e sido um atrativo suplementar para um passeio pela zona ribeirinha da freguesia.

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O Baloiço panorâmico do Tejo foi uma ideia do grupo ‘Tramagal Caminhando’, que se junta para promover e efetuar umas caminhadas pela freguesia, tendo-se socorrido da ajuda de alguns amigos para fazer e implementar um baloiço que tem atraído muitos visitantes desde que foi inaugurado, no final de setembro, num local junto à cachoeira e ao percurso ribeirinho junto ao rio.

Na página do grupo ‘Tramagal Caminhando’, que abriu já inscrições para uma nova atividade de caminhada a realizar no último fim de semana do mês de outubro, na noite de Halloween, pode ler-se o que motivou este grupo de tramagalenses a avançar com a ideia.

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“Os baloiços em locais panorâmicos estão na moda e existem um pouco por todo lado. Tramagal não quis ficar para trás…A nossa vila, pela sua localização e geografia também merece ter um …

Como disse Fernando Pessoa

              “Com nuvens pelo céu

                  Passam sonhos por mim,

                  Nenhum dos sonhos é meu

                 Embora eu os sonhe assim”

Versão final do baloiço panorâmico incluiu uma borboleta no topo, um dos símbolos do Tramagal. Foto: Caminhando Tramagal

“Assim nasceu o “nosso” Baloiço. Está localizado junto a margem do rio Tejo num espaço cedido pelo proprietário do terreno. Os nossos agradecimentos a quem planeou e executou o baloiço. A vista é maravilhosa”, convida o grupo, que termina com uma célebre frase de Alberto Caeiro: “Pelo Tejo vai se para o mundo”.

Grupo ‘Tramagal Caminhando’ montou um baloiço panorâmico junto ao Tejo. Foto: Tramagal Caminhando

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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