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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Vila de Rei | Praias Fluviais do Penedo Furado e Bostelim em obras de recuperação e interditas ao público

As praias fluviais do Penedo Furado e do Bostelim, em Vila de Rei,  estão a ser alvo de trabalhos de recuperação e beneficiação, estando interditas ao público pelo menos até ao dia 1 de julho. A autarquia estima que a praia fluvial e os passadiços do Penedo Furado possam abertos ao público no início da época balnear, a 1 de julho, dando conta que na praia fluvial do Bostelim, uma das cinco praias com Bandeira Azul no Médio Tejo, os trabalhos vão ser mais prolongados, pelo que não é possível ainda perspetivar uma data de abertura ao público.

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Em nota de imprensa, a autarquia de Vila de Rei refere a situação deriva dos “elevados estragos causados pela tempestade Elsa, no final do ano de 2019”, e que levam a que as praias fluviais do Penedo Furado e do Bostelim estejam, de momento, a serem alvo de “profundas obras de remodelação e manutenção, estando, desta forma, interditas ao público”.

“As condições atmosféricas, com elevada pluviosidade ao longo dos primeiros meses de 2020, e a conjuntura de pandemia mundial causada pela Covid-19 tornaram impossível antecipar estes trabalhos, sendo que, só muito recentemente, com a melhoria das condições atmosféricas, foi possível dar início às obras”, esclarece a autarquia.

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Na mesma nota informativa, o Município de Vila de Rei refere que está a “encetar esforços para que, caso as condições do estado do tempo continuem favoráveis, a Praia Fluvial e os Passadiços do Penedo Furado estejam abertos ao público no início da época balnear, a 1 de julho. A Praia Fluvial do Bostelim, pelas características próprias do terreno e da praia, terá obras mais prolongadas, não sendo possível para já antecipar uma data de abertura”.

O presidente da autarquia vilarregense, Ricardo Aires, citado na mesma nota, adianta que “o Município está a trabalhar para que as Praias Fluviais do Penedo Furado e do Bostelim – duas zonas balneares que recebem anualmente milhares de visitantes – possam estar recuperadas o mais depressa possível. Contudo, neste momento, é importante que, para a sua própria segurança e salvaguarda, as pessoas não visitem estas praias e esperem pelo desenrolar dos trabalhos de recuperação”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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