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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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Vila de Rei | Praia fluvial do Penedo Furado reaberta ao público

A praia fluvial do Penedo Furado, em Vila de Rei, reabriu ao público esta sexta-feira, confirmou ao mediotejo.net o vice-presidente da autarquia, Paulo César Luís. A autarquia esperava que as obras terminassem a tempo do arranque da época balnear, a 1 de julho, mas houve “um pequeno atraso”, tendo sido nas ultimas horas “ultimados pormenores” para que este fim-de-semana a praia pudesse receber os banhistas com todas as condições. A praia fluvial do Bostelim, por sua vez, irá permanecer interdita ao público, sem previsão para a sua reabertura. 

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De referir que a época balnear em Vila de Rei arrancou na quarta-feira, dia 1 de julho, com as praias fluviais de Fernandaires, Zaboeira e Pego das Cancelas com todas as condições reunidas para usufruto do espaço, de acordo com as indicações da Direção-Geral da Saúde e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Foram definidas lotações do número de banhistas/visitantes nas cinco praias, pela APA, sendo que para Fernandaires há um limite de 380 pessoas, no Pego das Cancelas de 230 pessoas, no Penedo Furado de 230 pessoas, e Zaboeira de 120 pessoas. O Bostelim, quando reabrir, ficará com limite definido em 220 pessoas.

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A praia fluvial do Bostelim, única Bandeira Azul do distrito de Castelo Branco e uma das cinco do Médio Tejo com esse galardão, irá continuar interdita ao público uma vez que as obras que ali decorrem são mais complexas, dado os estragos avultados provocados pela tempestade Elsa, em dezembro de 2019, a mesma que causou danos no Penedo Furado e noutros locais da região. A Câmara de Vila de Rei não consegue prever quando poderá abrir ao público.

Médio Tejo | Época balnear abre com limites de lotação nas praias interiores

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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