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Quarta-feira, Outubro 20, 2021

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Vila de Rei | Ninhos de vespa asiática encontrados em Fundada, Alcamim e Estevais

Três ninhos de vespa asiática, ou velutina, foram detetados no concelho de Vila de Rei, tendo os mesmos sido sinalizados em Fundada, na aldeia de Fonte da Eiras, em Alcamim e em Estevais, ambos na freguesia de Vila de Rei, disse ao mediotejo.net a coordenadora da Proteção Civil Municipal.

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“São os primeiros registos no concelho e é como que um surto”, disse Liliana Rolo, tendo dado conta que os ninhos da vespa invasora, prejudicial para os as abelhas e para o setor apícola, para além dos problemas que pode causar ao ser humano e em termos de biodiversidade e polinização, foram avistados por populares, que avisaram as autoridades.

“Um dos ninhos estava em Fundada, em Fonte das Eiras, numa pereira. Estava a cerca de dois metros de altura e era um ninho muito grande”, contou ao nosso jornal, dando conta que o mesmo foi “ensacado, selado e congelado”, num processo que decorreu durante a noite, como define o manual de procedimentos da Direção Geral de Agricultura e Veterinária (DGAV).

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“O objetivo de congelar o ninho era o de podermos demonstrar junto da população como é o ninho e as suas características”, em ações de sensibilização que a autarquia vai promover junto dos cidadãos, mas este “apodreceu e teve de ser destruído”.

Ninho de vespa asiática destruído. Este exemplar foi removido e destruído em Sardoal. Foto: Proteção Civil Municipal de Sardoal.

O segundo ninho foi detetado em Alcamim, freguesia de Vila de Rei, junto ao espelho de água, a uma altura de cerca de seis metros. Neste caso, a autarquia contratou uma empresa especializada para a destruição e remoção daquele ninho de vespa asiática.

“O terceiro ninho foi hoje quinta-feira] encontrado por um popular no telheiro de uma habitação em Estevais. Este avisou a GNR, que nos fez chegar a informação e localização do ninho, e vamos também contratar uma empresa para a remover”, disse Liliano Rolo.

“Acreditamos que existam muitos mais ninhos pelo que vamos desenvolver ações de sensibilização junto da população para que possam esta informados dos procedimentos a seguir e para que estejam atentos e nos informem de imediato se avistarem algum ninho de vespa velutina”, disse Liliana Rolo.

Ninho de vespa asiática fotografado na aldeia de Fonte das Eiras. Foto: Proteção Civil Municipal de Vila de Rei

Segundo a responsável pela Proteção Civil Municipal de Vila de Rei, caso algum popular aviste um ninho desta vespa, “não deve tentar destruir o ninho nem colocar em causa a sua segurança porque as vespas podem atacar” o ser humano se sentirem que o ninho está a ser ameaçado.

A vespa velutina é uma espécie não-indígena, predadora da abelha europeia (Apis mellifera), e encontrava-se, até há pouco tempo, circunscrita a concelhos do norte do País.

Na região do Médio Tejo há já registos de ninhos de vespa asiática nos municípios de Abrantes, Tomar, Mação, Vila de Rei, Ferreira do Zêzere, Vila Nova da Barquinha, e também em Gavião, já no norte alentejano.

Vespa Asiática é tema de Sessão de Esclarecimento na Biblioteca Municipal

A equipa do CLDS 3G de Vila de Rei e a Cooperativa Terra Chã, com o apoio do Município de Vila de Rei, organizam no dia 29 de novembro, uma quinta-feira, uma Sessão de Esclarecimento sobre a Vespa Asiática (Velutina).

A iniciativa vai ter lugar a partir das 19:00 e abordará temas como a identificação, ciclo biológico, prejuízos causados, medidas de combate e de controlo e problemas no controlo deste inseto.

As inscrições podem ser realizadas até 28 de novembro, nas instalações do CLDS 3G, através dos números 274 898 397 e 966 039 780 ou do endereço de correio eletrónico clds3g@scmviladerei.pt.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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