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Sábado, Maio 8, 2021

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Vila de Rei | Município vai ter Parque de trituração de madeira queimada

Vila de Rei vai passar a dispor de um Parque de trituração de madeira queimada, avança a autarquia, no seguimento da aprovação da candidatura apresentada ao ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

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Na informação divulgada pela CM Vila de Rei, a criação deste parque “vem minimizar” os efeitos de “uma área florestal ardida equivalente a 50% do concelho”.

“É fundamental a remoção e valorização da madeira queimada a nível ambiental e ecológica. Juntando a isto, as elevadas quantidades de madeira ardida provocam igualmente dificuldades de armazenamento e conservação aos produtores florestais, que não se encontravam preparados para o parqueamento e processamento de tão grandes volumes de matéria-prima lenhosa”, pode ler-se.

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Assim, a instalação do Parque de trituração de madeira queimada vem contribuir para a sustentabilidade do abastecimento das indústrias consumidoras, para o escoamento da madeira ardida e para o aproveitamento económico desta matéria-prima, sendo estas algumas das mais-valias.

Ricardo Aires, presidente da CM Vila de Rei, crê que “a criação de um Parque de Trituração de Madeira Queimada no concelho vem oferecer uma fonte de receitas extra à população que viu os seus terrenos serem dizimados pelos incêndios, ao mesmo tempo que incentiva a sua remoção e consequente limpeza dos terrenos, com todas as vantagens a nível ecológico e ambiental que isso acarreta”.

A autarquia refere ainda que os Parques de trituração de madeira queimada estão aptos a receber madeira com diâmetro inferior a 20 cm, com um período mínimo de 3 meses de parqueamento da madeira e um preço mínimo garantido ao produtor da madeira em pé de 10 euros por tonelada.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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